sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Convenção de Pastores: Eleição, meu ponto de vista!!

Saudações Cristãs!

“Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que com simplicidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e de modo particular convosco.” - II Cor. 1.12”

Mais uma oportunidade Deus nos dá a realização da Assembléia Geral Ordinária de nossa magna Convenção de Pastores das Assembléias de Deus no Paraná e eleições para a Mesa Diretora que regerá o próximo mandato: 2010-2012, sob a Graça de Deus e orientação do Espírito Santo!

Diante disto, Pastores submetem seus nomes para a apreciação do plenário, e eleitos, se dispõem a servir tão nobre causa!

Disse Martin Luther King: Eu Tenho um sonho!

O voto é a maneira clara de conhecer o desejo da maioria e direção Divina, talvez, a mais decisiva da parte do povo e das pessoas.

A eleição é, por assim dizer, a espinha dorsal da democracia, através da qual o povo escolhe representantes, para exercer e lutar pelos interesses que são de todos.

Portanto, ninguém deve se omitir, nem anular o voto, nem votar em branco.

Votar é um gesto de responsabilidade e de maturidade.


Voto não é mercadoria, é opção,

É ferramenta com a qual se avança na construção dos destinos da comunidade ou afins!

O voto é sagrado, é livre, é secreto.

Ninguém está obrigado a votar para pagar um favor.

É Hora de decisão, pois o voto tem resultados positivos ou não.

A Eleição de nossa Mesa Diretora não é e nem deve ser arena de ambições, nem corrida para ganhos próprios, mas uma declaração de responsabilidade e visão de Reino de Deus!

Decorre daí que para alguém votar bem, deve conhecer o perfil dos candidatos e sua trajetória convencional, suas propostas em beneficio da Convenção de Ministros.

Assim, superaremos a política do favor, da retórica, das promessas, da demagogia.

Pastores eleitos devem saber que estão exercendo um cargo para servir aos pares e não a si próprios!


É uma missão, Uma diaconia (serviço) em favor do povo, é uma decorrência da fé que se comprova nas boas obras, portanto um trabalho pastoral.

Esta missão requer competência, eficiência, transparência e espírito de serviço.

Voto ético é voto consciente, livre, secreto, responsável.


Temos candidatos competentes, conscientes e dignos da credibilidade.

Neste sentido a Convenção tem a missão precípua de olhar por seus membros, instituições, projetos sociais, espirituais com o único alvo de glorificar a Deus!

A responsabilidade dos membros da Mesa Diretora é atender e servir sem distinção aos Pastores e Evangelistas, Igrejas e Campos Ministeriais, a distribuição de responsabilidades (Cargos) deve ser de forma equitativa conforme o Estatuto da mesma.

Pastores e Evangelistas não podem ficar Alheio ás decisões, indiferentes, estranhos indolentes diante de questões que se apresentam ao longo do mandato convencional, porque todos são responsáveis por todos.

Ainda mais, “a caridade não pode estar dissociada da justiça” e os Pastores não podem abdicar da participação enquanto promoção do bem comum.


Pelos laços do Calvário,

Pr. Daniel Sales Acioli

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Sindrome dos titulos transitórios?

Vivemos buscando o louvor dos homens, mas a glória que a importa é a aprovação por parte de Deus.

Mesmo que os homens não nos nobelizem, o prêmio que vem de Deus é coroa de louros permanente sobre as nossas cabeças.

Ser aprovado por Deus nos dá confiança e esperança para continuar o que estamos fazendo.

Perdemos muito tempo fazendo coisas que levem as pessoas a nos elogiar e amar.

O elogio deve ser conseqüência de uma vida aprovada por Deus.

Precisamos saber que o louvor humano de hoje é a reprovação de amanhã.

Matar um leão todo dia para mostrar nosso louvor tem como resultado certo a drenagem de nossas forças.

Devemos sempre fazer o melhor e esperar que Deus se agrade.

Quando Ele se agrada, Ele se agrada e é para sempre.

Ele não elogia hoje e retirar amanhã o louvor que nos dá.

Que louvor você anda buscando?

ISRAEL BELO DE AZEVEDO

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Encontrei a Igreja Perfeita!!

Em busca da igreja perfeita

João A. de Souza Filho
Outubro de 2009

A carta de um amigo que conheci faz poucos meses serve de base para o que vou escrever.


Ele também lerá este artigo e me entenderá.

Sua frustração é a de que deixou anos atrás sua denominação porque sonhava com uma igreja perfeita, com a igreja restaurada, com o verdadeiro corpo de Cristo.

Lamento informar que este tem sido o sonho frustrado de muita gente.

Eu também me frustrei, até que...

Também em 1975 deixei minha denominação e comecei uma nova congregação – fui o primeiro neste país a começar uma comunidade cristã em Porto Alegre – porque sonhava com uma igreja diferente, em restauração, uma igreja sem rugas e manchas.

Pronta para o Filho.

E trabalhei e lutei por isso, cruzando o país de Sul a Norte, de Leste a Oeste.

Onde havia dois ou três frustrados com a igreja que freqüentavam aí estava eu no meio deles iniciando uma nova comunidade.

Como um apóstolo dos novos tempos – sempre me recusei a usar este título – trabalhei por uma nova reforma, uma nova igreja, perfeita.

E meu sonho se concretizou.

Sim, porque percorri a trilha certa, persegui o sonho correto e os anos de meu vigor foram empregados a favor da igreja que tanto anelava.

Tudo começou em 1973 quando escrevi o livreto Para Onde Vai a Renovação?

Escrevi o livreto para combater os rumos que a renovação estava tomando.

Numa época em que os irmãos das denominações tradicionais estavam sendo renovados e batizados no Espírito Santo e que tiravam as placas de seus templos, jogavam os hinários fora (força de expressão, é claro) e partiam em busca do vinho novo, eu era um jovem, dinâmico, com novas idéias.

A denominação não me entendeu nem eu a entendi.

E nos separamos.

Hoje percebo que essa busca pela igreja perfeita faz parte de um ciclo histórico que se repete a cada quarenta anos, mais ou menos.

Esse foi sempre o sonho de todos os pré-reformadores, passando pela Reforma, pelos Wesley, Whitefield, pelos moravianos (e por todos os Irmãos que se preservaram e se recusavam a fazer parte da igreja institucionalizada, nem que fosse a reformada.

Você entenderá melhor quem foram os Irmãos lendo algo sobre a história da igreja em meu site).

E descubro pelos exemplos da história e pelos exemplos recentes que a igreja perfeita, santa, pura e restaurada existe – mas não conseguimos vê-la com olhos humanos, apenas com os de Cristo.

O que quero dizer com isto?

Explico.

Nós os homens somos imperfeitos, e em algum momento nossa imperfeição contagia a pureza da igreja.

Hoje, décadas depois de haver saído à busca da igreja restaurada, de ter perdido todos os meus direitos – se é que temos algum, porque nossos direitos são os de Cristo, e me refiro a viver sem aposentadoria de igreja, sem projetos pessoais, sem sonhos pessoais, sem plano de saúde, mas lutando pelos direitos de Cristo – e passando célere pelos anos sessentas de minha vida, eis aí a igreja perfeita!

Encontrei-a.

Perfeita entre os imperfeitos.

Gente sincera que não se contamina com o sistema, nem com o que seus líderes fazem e pensam!

Não me refiro a igreja que se vê, mas a que se não vê.

E pregando e ministrando em todas as denominações, mesmo naquelas que servem de chacota para os blogueiros de plantão, pregando entre os mais variados grupos, denominações, igrejas locais, igrejas históricas, como os luteranos e os episcopais; entre os neopentecostais, encontro o mesmo anelo: Todos querem ser igreja perfeita, e sonham com uma igreja restaurada.

Conheço grupos que saíram de suas denominações com o sonho de começar algo novo, e anos depois se veem no mesmo estado espiritual de onde saíram.

Porque somos imperfeitos e não cuidaram de suas imperfeições.

E meu consolo está na visão que João teve no Apocalipse.

Jesus é visto no meio da igreja.

Estava no meio da igreja de Éfeso, por onde circulavam falsos apóstolos e que havia perdido seu primeiro amor.

Estava na igreja de Esmirna, e no meio da igreja de Pérgamo onde alguns amavam o suborno, o dinheiro, o prêmio de Balaão.

Estava em Tiatira e suportava uma tal de Jezabel e as prostituições do povo.

Estava em Sardes onde poucos se mantiveram puros e limpos; estava em Filadélfia e em Laodicéia.

Jesus é visto entre os perfeitos e os pecadores.


Os sete candeeiros de ouro são as igrejas, e João vê a Jesus “no meio dos candeeiros”.

E assim, por onde ando procuro enxergar a igreja perfeita e restaurada.

Se olho para as estruturas, para os sistemas eclesiásticos, para os modelos de crescimento, para o enriquecimento ilícito, para as injustiças sociais, fico frustrado, mas quando desvio meus olhos dessas coisas imperfeitas, no meio de Éfeso e de Pérgamo, vejo a Jesus!

O mais simples e bíblico sistema de governo de igreja costuma refletir a imperfeição de seus líderes.

Isso não é uma desculpa para se contentar e se desculpar, dizendo: - de nada adianta trabalhar por uma igreja restaurada!

Na realidade todos nós que anelamos uma igreja santa e que por ela lutamos a vida toda, contribuímos, de alguma forma para que essa igreja surja e brilhe no mundo.

Não estou arrependido das igrejas/comunidades que comecei; elas estão cumprindo seu papel no ciclo da história; mas também não estou arrependido de voltar a ser um pastor denominacional, porque o ciclo da história me permite viver entre todos, anelando a igreja perfeita.

Nos dias de Elias havia sete mil que não se dobraram a Baal, e ele achava que era o último remanescente fiel.

Não quero ser um Elias: Quero enxergar os milhares que vivem no meio de um Israel corrupto, mas que nunca se dobraram a Baal.

Por isso, não estou frustrado, se é que você me imaginou assim.

Ao contrário.

Olhando para trás vejo que os anos de labuta em prol da verdadeira igreja fizeram o trabalho inverso: Ajudaram-me a amadurecer, purificaram-me dos meus conceitos e preconceitos – e como bati nas denominações! – libertaram-me de minhas idiossincrasias e me deram uma visão cósmica da igreja, que jamais eu teria se não tivesse lutado a favor dessa igreja, e se não tivesse perseguido o sonho da igreja perfeita.

O que estou afirmando é que o sonho de se perseguir uma igreja perfeita leva-nos à perfeição, a uma maior comunhão com o Filho, Jesus, e a um maior entendimento da verdadeira igreja.

Assim, não me vejo impedido de pregar em lugar algum; porque se levar em conta o que é exterior, não pregarei nem na mais “santa” das igrejas sejam estas denominacionais ou meramente locais.

Portanto, sem me importar com a impureza dos líderes e dos homens, sei que onde eu estiver estarei entre os que se dedicam a ser igreja e que também nutrem o mesmo sonho.

Na realidade é bom curtir e perseguir o sonho da igreja perfeita, porque ao fim de tudo nós é que somos aperfeiçoados em Cristo.

sábado, 17 de outubro de 2009

Da Cruz! ........A Palavra!!!!!!!!!!

I Co 1.11-18

INTRODUÇÃO:
O coração do Cristianismo é a Bíblia;
O coração da Bíblia é a cruz;
O coração da cruz é o próprio coração de Deus.
Coração cheio de compaixão pelos perdidos;
Coração cheio de misericórdia pelos fracos;
Coração cheio de amor pelos errados e maus.
Na cruz vemos a crueldade dos pecadores.
Jesus foi açoitado, ferido, escarnecido, cuspido e morto.

1.
A REALIDADE DA CRUZ
1.1. A cruz é terrível para satanás, visto que nela ele foi vencido
1.2. A cruz é cruel para Jesus, que não a merecia
1.3. A cruz é loucura para os perdidos e incrédulos
1.4. A cruz é poder de Deus para os que crêem e são salvos
1.5. Na cruz Jesus sofreu dos homens
1.6. Na cruz Jesus sofreu com os homens
1.7. Na cruz Jesus sofreu pelos homens.
Obra perfeita, completa, a palavra da cruz

2.
A PALAVRA DA CRUZ É A PALAVRA DA SANTIDADE E DA JUSTIÇA DO ALTISSIMO
2.1. Na cruz Deus está exprimindo sua aversão ao pecado.
2.2. Na cruz Deus está punindo severamente o pecado.
2.3. Na cruz aprendemos que o pecado não merece compaixão, nem tolerância.

3.
A PALAVRA DA CRUZ É A PALAVRA DA VERGONHA
3.1. Na cruz Jesus foi exposto a tristíssimos vexames
3.2. A vergonha da maldição
3.3. A vergonha da dor
3.4. A vergonha dos cravos
3.5. A vergonha de ser cuspido
3.6. A vergonha de ser submetido a dúvidas ( se...)
3.7. A vergonha de ser esbofeteado...

4.
A PALAVRA DA CRUZ É A PALAVRA DO AMOR E DO SACRIFÍCIO
4.1. Jesus foi voluntariamente á cruz
4.2. Ele pagou o preço consciente e amorosamente
4.3. Ele poderia ter fugido, mas preferiu morrer por nós.

5.
A PALAVRA DA CRUZ É A PALAVRA DA LIBERDADE
5.1. O pecado escraviza, mas Jesus libertou
5.2. Na cruz Jesus nos liberta de cada pensamento, palavra e ação pecadora.
5.3. Cada gota de sangue vertido na cruz garante nossa libertação.
5.4. A cruz é a maior tribuna do universo, a tribuna da perfeita e eterna liberdade.

6.
A PALAVRA DA CRUZ É A PALAVRA DO PODER
6.1. Aquilo que o dinheiro não pode fazer, Jesus faz na cruz!
6.2. Aquilo que as religiões não podem realizar, Jesus realiza na cruz
6.3. Aquilo que o diabo declarou ser impossível, Jesus tornou possível na cruz.


7.
A PALAVRA DA CRUZ É A PALAVRA DA VITÓRIA
7.1. Aceite hoje a Cristo para alcançar vitória
7.2. Diga não ao diabo, e sim à cruz de Cristo
7.3. Pare de ser um pecador, torne-se um filho de Deus!
7.4. Encontre hoje algo completamente novo pela palavra da cruz!

Conclusão:

A Palavra da Cruz oferece solução para o mais torturante problema, o efeito do pecado na vida da criatura humana.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Buscando o Padrão Ético do Reino de Deus!!

A Busca do Padrão Ético do Reino de Deus

É parte da responsabilidade cristã.

A busca deste padrão ético deve, portanto, constituir-se no alvo de cada crente, sendo parte de sua responsabilidade cristã.

Como Paulo ensinou aos gálatas, não se trata de obrigação imposta por um sistema legal, mas de algo que resulta de já estarmos crucificados com Cristo e de Ele ter assumido a nossa própria vida para tornar-nos capazes de ardentemente prosseguir em busca desse objetivo (ver Gl 2.20; Fp 3.12).

Isto implica afirmar, com absoluta segurança, que se o crente não manifesta esse desejo de aperfeiçoar a sua vida cristã a cada dia, nos moldes ensinados por Cristo no Sermão do Monte, é certo que não tenha experimentado a verdadeira transformação interior ou a tenha perdido no meio do caminho.

Ainda que a força da lei não produza nenhuma piedade, só aparência, o coração transformado será compelido a expressar em sua vida esse padrão ético desejado por Deus (cf. Sl 42.2; 63.1).

É resultado exclusivo da graça. Por outro lado, cabe ressaltar, com a mesma segurança, que, se nenhum esforço humano pode produzir não só o ardente desejo, mas também a possibilidade de se experimentar, aqui e agora, essa dimensão ética do Reino de Deus, só há uma resposta a ser dada: ela é resultado exclusivo da graça (ver Rm 6.1-15).

O propósito de Cristo é que as exigências espirituais da Lei de Deus se cumpram na vida de seus seguidores (Rm 3.31; 8.4).

O relacionamento entre o crente e a Lei de Deus envolve os seguintes aspectos:

1. A lei que o crente é obrigado a cumprir consiste nos princípios éticos e morais do Antigo Testamento (Mt 7.12; 22.36-40) bem como nos ensinamentos de Cristo e dos apóstolos (28.20; 1Co 7.19; Gl 6.2).

Essas leis revelam a natureza e a vontade de Deus para todos e continuam hoje em vigor.

As leis do Antigo Testamento destinadas diretamente à nação de Israel, tais como as leis sacrificiais, cerimoniais, sociais ou cívicas, já não são obrigatórias (Hb 10.1-4; Lv 1.2,3; 24.10).

2. O crente não deve considerar a Lei como sistema de mandamentos legais através do qual se pode obter mérito para o perdão e a salvação (Gl 2.16,19).

Pelo contrário, a Lei deve ser vista como um código moral para aqueles que já estão num relacionamento salvífico com Deus e que, por meio da sua obediência à Lei, expressam a vida de Cristo dentro de si mesmo (Rm 6.15-22).

3. A fé em Cristo é o ponto de partida para o cumprimento da Lei.

Mediante a fé nEle, Deus torna-se nosso Pai (cf. Jo 1.12).

Por isso, a obediência que prestamos como crentes não provém somente do nosso relacionamento com Deus como legislador soberano, mas também do relacionamento de filhos para com o Pai (Gl 4.6).

Mediante a fé em Cristo, o crente, pela graça de Deus (Rm 5.21) e pelo Espírito Santo que nele habita (Gl 3.5,14), recebe o impulso interior e o poder para cumprir a Lei de Deus (Rm 16.25,26).

Os crentes têm sido libertos do poder do pecado, e sendo agora servos de Deus (Rm 18.22), seguem o princípio da fé, pois estão "debaixo da lei de Cristo" (1Co 9.21).

Jesus ensinava enfaticamente que cumprir a vontade do seu pai celeste é uma condição permanente para a entrada no reino dos céus.

domingo, 4 de outubro de 2009

Conduta..Um referencial Cristão!



“Antes santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração; estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em voz” (1Pe 3.15).

Santificação é o supremo ideal de Deus para o crente.

Fomos salvos quando aceitamos Jesus Cristo como salvador.

Nesse dia o Espírito Santo veio habitar em nós para começar a obra da santificação em nossas vidas.

A salvação é instantânea.

Recebemo-la de uma vez e para sempre, no momento em que cremos em Jesus.

A santificação é um processo contínuo.

É ação divina do Espírito Santo no coração do crente, mas exige que o crente a deseje e a busque, o que implica com a cooperação que o Espírito Santo quer realizar nele.

O crente em Jesus Cristo é uma pessoa diferente, dotada de novo poder, de novos propósitos, de novos motivos, de novos interesses e de novos desejos implantados em sua alma pelo Espírito Santo.

Isto, porém, não significa que ele esteja fora do alcance das forças que se opõe aos impulsos espirituais.

O crente não é só espírito.

Enquanto estiver neste mundo lutará contra as tendências da carne, que se esforçam para sufocar nele os anseios de santidade.

O mundo não proporciona um ambiente propício ao desenvolvimento espiritual porque está em oposição a Deus (Tg 4.4).

Mas é no mundo cada vez mais corrompido, que o crente tem que viver e testemunhar, como sal da terra e luz do mundo, como um verdadeiro astro.

O crente não pertence ao mundo.


A degradação moral do homem sem Cristo não leva Deus a relaxar os seus padrões.

A santificação é o apelo em que Deus consinta o homem a subir um pouco mais, qualquer que seja a sua condição espiritual.

Diante de nós está um alvo posto por Deus: “Até que todos cheguem à unidade da fé, ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, a medida da estatura completa de Cristo” (Ef 4.13).

Deus exige que o crente seja santo.


“Portanto santificai-vos, e sede santos, pois eu Sou o Senhor vosso Deus. E guardai os meus estatutos, e cumpri-os: eu Sou o Senhor que vos santifica” (Lv 20.7.8).

O desejo de Deus é que a santificação seja uma realidade na experiência do crente, ao dizer “Santificai-vos e sede Santos”.

Deus mostrou que essa exigência é motivada por ser Ele um Deus santo.

Temos que agir de modo que sejamos dignos do Deus com quem afirmamos ter comunhão.

Há uma fábula persa que diz ter um caminhante achado um pedaço de argila da qual se desprendia estranha fragrância.

Crendo que se tratava de nardo disfarçado de argila, o caminhante indagou: “Porque tanta fragrância”?

A resposta foi: “Porque tenho vivido perto de uma rosa”.

Nós também, como vasos de barro, quando nos aproximamos daquele que é Santo, sentimos em nosso ser penetrar a fragrância dos nardos celestiais, e o nosso rosto brilha em meio à escuridão em que vive o mundo.

A santificação é o fruto do trabalho do homem de Deus.

Só a alcançaremos se a desejarmos e a buscarmos.

Só por seu esforço, porém, o homem nunca poderá alcançá-la.

Por isso, Deus diz: “Eu sou o Senhor que vos santifico”.

Santidade é um atributo pessoal de Deus.

Procurando elevarem-se as alturas em que Deus está, o crente vai escalando, pouco a pouco, os degraus desta ascensão sublime.

Não se consegue a santificação num instante.

É obra para toda a vida.

Diante de cada crente está à figura máxima, o motivo inspirador, o Varão Perfeito, que é Cristo, o Senhor.

Ele é a razão pela qual nossa vida deve transformar-se, dia a dia, na maior semelhança de Sua pessoa.

O Crente tem sua vida focalizada em Cristo.

“Portanto, se já ressuscitado com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus.

Pensai nas coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à direita de Deus.

Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra: Porque já estais mortos e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus.

Quando Cristo que é a vossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis com ele em glória” (Cl 3.1-4).

Paulo dá ênfase que o crente no seu batismo, demonstra que morreu para o mundo, morreu para uma velha vida, e ressuscitou para uma vida nova em Cristo.

Ora, se isto é verdade, o homem não pode continuar sendo a mesma pessoa que era antes.


Ele agora deverá ter outros objetivos, um novo padrão de vida.

O seu antigo interesse pelas coisas vãs e passageiras desta vida deve ter sido mudado por uma paixão pelas verdades eternas.

O crente deverá encarar os acontecimentos da terra do ponto de vista eterno, e não do passageiro.

A nova vida com Cristo traz em si o imperativo da pureza e da santidade.

Certamente o crente continuará trabalhando no mundo e usando as coisas do mundo.

Porém, a sua atitude agora será outra.

Ao invés de receber, ele dividirá com outros; ao invés de ordenar, ele servirá, e ao invés de vingar-se ele perdoará.

Para o incrédulo, estas atitudes são praticamente impossíveis.

Porém o crente salvo está inteiramente envolto pela vontade soberana de Deus, sua vida será totalmente diferente.


O crente santificado está com sua vida escondida em Cristo, em Deus Pai. O que está escondido não se pode ver.

O mundo não pode entender a verdadeira excelência do crente, porém, este crente desconhecido será conhecido pela glória de Deus que se manifestará nele.

· Deus exige santidade (Lv 20.1-8);

· Somos Templos de Deus (1Co 6.12-20);

· Purificação pessoal (1Jo 3.1-10);

· Os Santos são diferenciados (Lv 20.22-27);

· Livres da lei do pecado (Rm 8.1-8);

· Apresentam o Fruto do Espírito (Gl 5.16-26);

· Devem despojar-se de tudo (Cl 3.1-17).

Continua.....

AS MARCAS DO DISCIPULADO

AS MARCAS DO DISCIPULADO        Textos: Mateus 16.24 INTRODUÇÃO:  Paulo trazia no corpo as marcas de Cristo Jesus (Gl. 6.17).    ...