domingo, 25 de dezembro de 2011

Servidores de Veneno!




Pastores que envenenam o seu próprio rebanho

Em 17 de setembro de 1978, o mundo ficou estarrecido com a terrível tragédia: o fanático líder religioso "Jim Jones" havia dado fim a todo seu rebanho.

Através de uso indevido da "Palavra de Deus", Jim Jones convenceu todo o povo a participar de um ritual chamado "Noite Branca".

Na ocasião, quase 1000 religiosos beberam suco de uva misturado com cianureto e potássio; e todos morreram.

Hoje, ano de 2011, não quero ser nenhum pouco polêmico, oportunista ou até mesmo sensacionalista, em afirmar que os pastores estão voluntária ou involuntariamente, repetindo o ato de Jim Jones, mas desta vez com um terrível "envenenamento espiritual".

Sabemos que somos o que comemos!

Se comemos morte; nosso corpo será morte.

Os judeus ortodoxos não comem camarão.

Eles afirmam que camarões se alimentam de cadáveres do mar, e por isso ao comer tais crustáceos, estaríamos ingerindo morte para nosso corpo.

Tem sentido a palavra, mas não é disso que quero falar!

Disse Jesus em João 6:51: "Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne."

Ele se fez o modelo de alimento espiritual para que tenhamos a vida eterna.

Ele é o fruto da vida eterna.

No Éden existiam duas árvores cujo fruto poderia modificar o espírito humano.

A primeira ficava bem no meio do jardim, e se chamava árvore da vida (cujo fruto dava a vida eterna); esta representava Jesus.

Ele mesmo confirma esta revelação, em João 6.51.

A outra ficava próxima à primeira, e chamava-se Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal.

Esta foi colocada no Éden para disciplinar o homem (era como uma linha de fronteira, na qual o homem não deveria ultrapassar). Genesis 2.17.

Então vejamos, havia duas propostas de alimento para o povo de Deus:
a) Jesus - o alimento que dá vida eterna.

b) Conhecimento do bem e do mal - o alimento que traz morte.

Se você é pastor, a pergunta é pra você: Que tipo de alimento você tem dado a seu rebanho?

Atualmente estamos rodeados de todos os tipos de pregadores.

Eles entram e saem pelas nossas igrejas.

Sobem os altares e pregam suas verdades ou mentiras.

Sempre cheios de autoridade, carisma e testemunhos; cada vez fica mais difícil discernir se o alimento é realmente bom.

Eu posso dizer algo muito verdadeiro: Podemos identificar o caráter de um pastor de igreja, pelo tipo de pregador que ele costuma trazer a seu altar.
Sou do tempo em que os pastores se preocupavam mais com a Integridade da Palavra Pregada.

Enquanto o pregador falava, o pastor desfolhava a Bíblia a fim de saber se a pregação era baseada nas Escrituras.

Meu primeiro pastor, por exemplo.

Eu me lembro das vezes que ele tirou o microfone da mão de pregadores, argumentando com maestria versículos da Palavra de Deus.

Talvez você ache isso radical!

E talvez este seja o problema.

Os pregadores de hoje desenvolvem "fama ministerial" porque passaram pelos grandes palanques.

E dizem os pastores de igreja:

“Vou convidar o fulano, pois ele já pregou nas igrejas mais conceituadas. Certamente ele é bom!".

Sim!

Talvez o "fulano de tal" achou espaço em uma conceituada plataforma em um momento em que Deus realmente o usou.

Talvez ainda, tal fulano tenha conseguido oportunidade por obra do acaso, ou por uma indicação.

Não importa, ele esteve lá, e agora estará em muitos outros lugares.

Veja o tipo de pregador que tem subido nos púlpitos atualmente:

a) Pregadores de motivação:

b) Estes deixam a igreja em polvorosa.

c) São agitadores de alma; mas não tocam no espírito.

d) Especialistas em manipular emoções, conseguem extrair fortes aplausos, e a atenção da sociedade.

e) No dia seguinte está na boca do povo: "meu pastor trouxe um grande pregador".

f) Mas será que a Palavra pregada vai deixar frutos que permaneçam?

g) Lembre-se do que Jesus disse.


Pregadores de promessas financeiras: Deus é rico, e quer enriquecer seu povo.

Eu creio nisso.

Mas a geração de pregadores de promessas é identificada com facilidade, quando suas mensagens terminam frequentemente com uma chantagem emocional, exigindo entregas de bens, baseada na emoção e não na direção de Deus.

Existem pastores que não hesitam em saquear seu próprio rebanho.

Certa vez fui pregar na Bahia, e o pastor da igreja me disse: "Pastor, tire o máximo que puder de dinheiro de meu rebanho, e dividimos meio a meio".
Eu disse que não queria seu dinheiro.

No final do culto a igreja inteira caiu endemoniada, inclusive o pastor.

Foi um momento marcante de meu ministério!

c) Pregadores do ego: São aqueles que falam o que a igreja quer ouvir, e não o que ela precisa.

Se este tipo de pregador acertam na pregação, e atingem a gratidão do povo, terão portas abertas para sempre naquela igreja.

d) Pregadores de testemunho: A mensagem destes é baseada no seu passado.
Noventa porcento do tempo é contar história, e quase nunca dizem o que são agora.

Dizem "o diabo me usava assim e assado", mas dificilmente podem comprovar "mas agora Deus faz isso...".

Porque será que o povo não percebe?

e) Finalmente, pregadores de novas revelações: Estes vez por outra aparecem com uma "nova revelação da palavra".

Suas mensagens quase não tem bíblia; tem muito "achismo".

E como o povo gosta de novidade, parece que a Palavra Eterna já se tornou obsoleta.

Com todos estes tipos de pregadores, porque será que os pastores continuam a convidar gente assim?

Eu respondo: Eles não se preocupam com o tipo de alimento que seu povo está comendo.

Deixaram de oferecer Jesus (a árvore da vida), e passaram a dar a seu rebanho (o conhecimento do bem e do mal).

Mas eu quero dizer pastor.

O que define seu ministério não é o tamanho de seu rebanho, o que falam de sua igreja, ou o que sua igreja fala de você.

O que define seu ministério é: QUANTOS VÃO SE SALVAR GRAÇAS A SEU TRABALHO.

Não se engane no grande dia o Senhor vai querer prestação de contas.

Cuide-se.

Pr. Ricardo Ribeiro

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

INVERSÃO DE VALORES (II)

Depois de uma angustiosa divisão ocorrida em uma determinada comunidade, um pastor de certa igreja evangélica procurou o ministro da referida comunidade, e, no sentido de recomendação, pediu-lhe que concedesse a bênção precisamente ao obreiro que tinha promovido a divisão, para que este e os irmãos que o acompanhavam fossem recebidos em sua igreja.

Em um primeiro momento, ele ficou incomodado com aquela situação, uma vez que, desconhecendo os fatos, aquele pastor não devia ter feito tal pedido.

Na verdade, se os conhecesse em profundidade, nunca o teria feito.

Visto que, em desacordo com a Bíblia, aquele obreiro fora protagonista de uma cizânia cometida contra uma comunidade cristã, tendo literalmente rasgado o corpo de Cristo.

Em sã consciência, jamais alguém poderia recomendá-lo a outra igreja que também faz parte do Reino de Deus.

A seriedade, o caráter e a honradez fazem parte imprescindivelmente do ministério evangélico.

É preciso resgatar o conceito bíblico de que não só deve o obreiro do Reino se tornar modelo para o rebanho (1Pe 5.3), como também deve dar bom testemunho, assim para os cristãos, como para os que estão de fora (1Tm 3.7).

Lembre-se, no entanto, de que um pastor insubmisso, que tenha passado por cima da Palavra, lesionando o corpo de Cristo, não poderia ter um ministério próprio, normal, nem conviver no meio evangélico como se nada tivesse acontecido, sem que os danos perpetrados venham a ser inteiramente reparados.

É grave erro pensarmos que o pastor é servidor estrito da sua denominação.

Afora o fato de servi-la no sentido administrativo, acima disso, ele é servo de Deus.

O pastor batista não é servo da igreja Batista, nem o assembleiano, da Assembléia de Deus, nem o metodista, da Metodista.

Como parte do corpo de Cristo, ele é servo de Deus, a serviço do seu Reino.

Portanto, a Deus e à Palavra deve prestar contas.

Assim, o obreiro descontinuado de determinada igreja não terá sido desligado somente daquele ministério local.

Na verdade, terá sido desligado do serviço do Reino de Deus.

E se ele não se arrepender para ser restaurado continuará desligado, ainda que venha a se integrar a outro ministério.

Ignorando a ética, muitas igrejas admitem pastores excluídos de outros ministérios, sem ao menos consultar a igreja de origem, para saber os motivos do desligamento.

Outras acham que o pastor faltoso só não serve para a sua própria comunidade.

Caso, porém, queira servir em outra, o problema é da igreja que o receber.

O ministério que pensa assim, lamento concluir, está agindo contra o Reino de Deus.

Se as igrejas evangélicas constituem ministérios de Deus, o pastor que, por sua integridade, é apto para servir ao Reino, em uma delas, também é apto para servi-lo em qualquer outra.

Logo, o pastor que, por algum mau comportamento, não serve para alguma dessas igrejas, também não serve para nenhuma outra.

A obra de Deus é única e permanece a mesma em todo lugar, razão pela qual não temos o direito nem de receber, nem de recomendar o obreiro insurgente.

Se o recebermos, não só estaremos ferindo a ética cristã, como também nos tornaremos coniventes com o pecado da indisciplina.

Se, em contrapartida, o recomendarmos, estaremos cometendo traição, já que o outro ministério também faz parte do Reino de Deus.

Somos do Reino para servi-lo em todos os aspectos, devendo preservá-lo, tanto em nossa denominação quanto em qualquer outra.

Está claro, portanto, que se algum ministro de Deus, tendo passado por cima da Bíblia, vier a pecar contra a igreja local, a partícula da Universal Igreja de Cristo, caso não se arrependa, e não conserte o erro, esse ministro terá perdido terminantemente a autoridade para expor, pregar ou ensinar a Palavra de Deus nessa ou em qualquer outra igreja, onde quer que seja, até mesmo do outro lado do mundo, uma vez que a obra é de Deus, e Deus é onipresente.

Nenhum ministro neste mundo, nem o mais puro, nem o mais fiel, nem o mais dotado de dons espirituais, poderia mudar o rumo daquele que se colocou em rota de colisão com a Palavra de Deus.

Se existe alguém que pode fazê-lo, esse alguém será o próprio transgressor, caso, é claro, se arrependa e se corrija.

Não é pecado cair quando se quer levantar

Talvez seja difícil recuperar o pastor rebelde, porque sempre será apoiado por alguém, seja por aqueles que o acompanham na cisão, seja por outros pastores, que às vezes agem assim por interesse próprio.

Mas não sabem o grande mal que lhe estarão fazendo, uma vez que só farão alimentar o seu ego, fazendo-o crer que o erro da insubordinação não é tão grave assim, e que rebelião não é pecado.

Não é?

Veja o que diz a Palavra: “Tem, porventura, o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra?

Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros.

Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria...” (1Sm 15.22, 23).

Segundo a Bíblia, os obreiros cristãos que se tornarem infiéis ao propósito do Reino de Deus, transgredindo a Palavra, estarão sujeitos à disciplina eclesiástica, seja na esfera da igreja local, regional, nacional ou internacional.

Primeiro deverão ser argüidos para que reconheçam o erro, arrependam-se e sejam restaurados.

Caso, porém, não se arrependam, tornando-se insubmissos, recusando-se à disciplina, devem ser desligados da comunidade, e por conseqüência, do serviço do Reino de Deus, conforme prescreve a Palavra em Apocalipse 2.5.

Criou-se a idéia em boa parte dos cristãos de que se o pastor não cair em pecado de imoralidade, está tudo bem.

Quando uma notícia corre, anunciando a queda de algum pastor, a primeira pergunta é:

Foi adultério?

Ou então fazem questão de ressaltar: Não foi adultério!

Para esses cristãos, o pastor só não deve adulterar.

Na verdade, isso é um desastroso engano.

A maioria dos pastores, disciplinada ou excluída por Deus do seu Reino, foi por outros motivos.

Dos cinco pastores das sete igrejas da Ásia que fracassaram, nenhum deles foi explicitamente acusado de adultério.

O pecado do pastor de Éfeso, por exemplo, foi uma negligência que levou a igreja a perder o primeiro amor, isto é, o amor a Cristo.

No entanto, foi um pecado de tamanha gravidade, que o Senhor o advertiu duramente para que se arrependesse.

Caso contrário, seria excluído do Reino de Deus.

O mal, no entanto, não é tropeçar e cair.

É permanecer no chão.

De acordo com o índice de fracasso dos pastores da Ásia, mais de 70% dos atuais pastores podem cair.

O que se espera, porém, é que estejam prontos a reconhecer os próprios erros e a retornar ao Caminho.

Seja do pecado de rebelião ou de outra natureza, caso o reconheça, e do qual verdadeiramente se arrependa quando a respeito vier a ser argüido, o obreiro faltoso não só estará demonstrando hombridade em reconhecer as próprias faltas, mas também estará abrindo o caminho para a própria restauração.

Recompondo-se com a igreja local e seu ministério, tanto a comunidade atingida o perdoará, como ainda aqueles que o acompanharam na rebelião não serão enganados a respeito dos fatos, e não estarão sendo conduzidos por um pastor que, tendo transgredido a Palavra, terá perdido a autoridade para ministrá-la.

Nenhum pastor deve recusar a autoridade da Igreja de Cristo, contra a qual nem as portas do inferno prevalecerão (Mt 16.18).

A tal respeito, a Bíblia faz uma dura advertência: “... E, se recusar ouvir também a igreja, considera-o como gentio e publicano.

Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra terá sido ligado nos céus, e tudo o que desligardes na terra terá sido desligado nos céus” (Mt 18.17, 18).

Quer isso dizer que se o obreiro faltoso recusar a disciplina poderá ser desligado do Reino de Deus.

Existem muitos pastores caídos tanto em adultério quanto em outros erros os quais ainda continuam em seus cargos, porque o ministério a que pertencem não tem autoridade moral para discipliná-los.

Como também, existem outros que, tendo já perdido sua autoridade ministerial, por terem sido indisciplinados, ainda estão atuando em algum ministério, ou em igrejas que eles mesmos fundaram, como se nada tivesse acontecido.

Aos cinco pastores da Ásia que fracassaram, Jesus insistiu que se arrependessem, pois do contrário seriam removidos do Reino de Deus, e perderiam toda a autoridade ministerial.

“Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te... senão, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro...” (Ap 2.5).

A expressão mover o candeeiro significa que, se o pastor pecar, permanecendo no erro, e não se arrepender, a sua utilidade como anjo da igreja será removida, tornando-se a própria igreja inoperante no Reino de Deus.

Tal é a responsabilidade do pastor.

Diz-nos a Bíblia que determinado ministro deliberadamente resolvera promover um cisma nas igrejas cretenses, onde Tito era bispo e supervisor.

Por isso, em sua carta, Paulo disse: “Evita o homem faccioso, depois de admoestá-lo primeira e segunda vez, pois sabes que tal pessoa está pervertida e vive pecando, e por si mesma está condenada” (Tt 3.10, 11).


Quem poderia perdoar ao pastor rebelde?

Afinal, em que circunstância e a quem compete perdoar ao pastor rebelde?

Segundo a lei do amor e do perdão, devemos ter a graça de não odiar a ninguém, e de perdoar a todos.

Logo, supõe-se que também devamos perdoar ao obreiro divergente.

Ora, não nos compete perdoá-lo, a menos que suas ofensas nos tenham sido dirigidas pessoalmente.

Não há como ofender alguém e esperar o perdão de outrem.

Como ainda não se pode perdoar alguém por ofensas cometidas a outrem.

Embora atinja também a Igreja de Cristo, o pecado do obreiro insubmisso é praticado contra Deus, porque, desobedecendo à Palavra, ele se comporta contrário à autoridade eclesiástica.

Ele atinge a Igreja, porque se rebelando contra sua autoridade, em desacordo com a Palavra, promove uma divisão no corpo de Cristo.

O pecado do obreiro insurgente, na verdade, é praticado contra Deus, pois é configurado na desobediência à sua Palavra.

“Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões...” (1Co 1.10-13).

Se alguém recusar a autoridade da Igreja, opondo-se à Palavra, será passível de disciplina e até de desligamento do Reino de Deus.

No entanto, o reparo de qualquer estrago deve ser feito in loco, ou seja, no lugar onde ocorreu.

Embora o pecado tenha sido praticado contra Deus, por transgressão à sua Palavra, tendo atingido a comunidade por meio de uma cisão, a Igreja deve participar do acordo, tanto para que ela consinta na reconciliação, quanto para que os danos sofridos sejam reparados na presença da maioria dos membros.

Não há como pecar contra uma comunidade e ser restaurado em outra.

Simei, por exemplo, pecou contra o rei Davi, quando este fugiu de Jerusalém por causa de Absalão.

Mas quando regressou, Simei também voltou para encontrar-se com o rei junto ao rio Jordão, onde, na presença de toda a comitiva, reconheceu o seu erro, e foi o primeiro a pedir o perdão a Davi (2Sm 19.16-23).

Diz ainda a Palavra que os pecados dos quais o transgressor deve se arrepender terão de ser especificados.

Significa que os pecados cometidos são os que devem ser confessados e deixados.

Não há como cometer um pecado e confessar outro.

À medida que se generaliza a confissão, também se esconde a transgressão. “Será, pois que, sendo culpado em uma destas coisas, confessará aquilo em que pecou” (Lv 5.5).

Note-se, porém, que ninguém neste mundo, nem a Igreja, nem Deus poderia perdoar algum obreiro faltoso, se ele não reconhecer o erro, e não se arrepender, e não buscar o perdão.

“O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv 28.13).

Ao obreiro faltoso que se converter dos seus maus caminhos, o Senhor ouvirá dos céus, perdoará os seus pecados e sarará a sua terra (2Cr 7.14).

Assim, tendo sido restaurado o ministro insurreto, os rios de água viva poderão fluir para fertilizar o solo espiritual da Igreja de Cristo e vivificar toda a comunidade.

Pedro Liasch Filho

domingo, 20 de novembro de 2011

OS FATOS SOBRE A MÚSICA TEMA DOS VÍDEOS DE MENSAGENS DO EVENTO DOS GIDEÕES MISSIONÁRIOS DA ÚLTIMA HORA (GMUH)

FONTE:

http://www.altairgermano.net/2011/11/os-fatos-sobre-musica-tema-dos-videos.html


Depois de ouvir muitas coisas acerca da origem e da natureza da música tema dos vídeos de mensagens do evento dos "Gideões Missionários da Última Hora", resolvi pesquisar sobre o assunto.

Segue abaixo as informações colhidas sobre a questão.

O VÍDEO DA MÚSICA TOCADA POR SEU COMPOSITOR ORIGINAL





A LETRA DA MÚSICA TOCADA COMO FUNDO MUSICAL NOS VÍDEOS DOS GIDEÕES MISSIONÁRIOS DA ÚLTIMA HORA

Come è dolce la primavera
Dopo il freddoinverno
Si laterra aspetta il raggio del sole
E una nuova vita lo sai
Ma l'amore
Tu sei il sole
La luce che brilla per me
Ma adesso ti bacio e vivo
Amore lo so che non c'è vita senza te

Tu sei il sole, la luna, la stella bella
Il mio mondo gira insieme a te
Tu sei l'aurora, la luce
Che splende al mattino
Piena di rosa melodia che suona per me

Amore vorrei sposarti
E non trovo le parole per descriver questo amor

Tu sei il sole, la luna, la stella più bella
Ed io appartengo a te
Tu sei l'aurora, la luce che splende al mattino
Piena di rosa melodia che suona per me

Amor lo sai quanto t'amo
Amor diamoci la mano
Aaaa l'amo dentro
Sai com'è sempre insieme a me
Sai com'è com'è

Lo so chesempre ti amerò
Sempre ti amerò

A letra da música é basicamente romântica, e faz parte do albúm Tribute (2ª faixa musical), do compositor Yanni.




O COMPOSITOR DA MÚSICA




Yanni, (nascido Yiannis Chrysomallis, grego: Γιάννης Χρυσομάλλης, Kalamata, Grécia, 14 de novembro de 1954) é um músico, tecladista e compositor.

Os pais de Yanni Chrysomallis eram artistas e fãs de música clássica. Filho de uma cantora e de um violonista, Yanni cresceu ouvindo Beethoven, Mozart, Chopin, Stravinsky e outros grandes nomes eruditos.

Estas acabaram se tornando as maiores influências de sua carreira como tecladista e compositor de um estilo que ele prefere chamar de instrumental contemporânea.

[1] Apesar de sempre ter sido um amante de música, Yanni passou a infância e adolescência dedicando-se à natação, e aos 14 anos já havia batido recordes na Grécia como nadador.

[2] Aos 18 anos, mudou-s[Image]e para os Estados Unidos, onde cursou psicologia na Universidade de Minnesota por três anos e meio.

No entanto, ao terminar a faculdade, decidiu abandonar a carreira de psicólogo antes mesmo de iniciá-la, resolvendo dedicar-se apenas à música.

Aos 21 anos, Yanni aprendeu a tocar teclado sozinho e passou a fazer parte de uma banda de rock local intitulada Chameleon.

Alguns anos depois, decidiu mudar-se para Los Angeles com o baterista Charlie Adams, que conhecera na época do Chameleon, e começou a gravar suas próprias composições pelo selo Private Music.

Em 1986 lançou seu primeiro álbum, Keys To Imagination. O álbum trouxe a Yanni um impressionante séquito de fãs.

A partir daí, não demorou muito para o tecladista estabelecer-se como um conceituado músico de estúdio, compositor de jingles e produtor.

Pouco tempo depois, Yanni tornou-se um dos artistas mais vendidos do selo Private Music.

[2] Considerado um dos nomes de maior destaque no segmento instrumental, a fama de Yanni aumentou a partir de seu relacionamento com a atriz americana Linda Evans, no início da década de 1990.

Por ser muito popular nos Estados Unidos na época, Evans foi a maior responsável pelo grande interesse da mídia pelo tecladista.

Eles tiveram um relacionamento de amor que durou nove anos.

Por ser autodidata, Yanni não sabe ler ou escrever músicas do modo tradicional.

Ao invés disso, inventou uma maneira própria de compor ainda na infância e continua criando suas músicas usando a mesma técnica até hoje, depois de quase vinte anos de carreira e mais de vinte e dois discos.

Sua sonoridade é ao mesmo tempo acessível e elaborada, sempre unindo o pop e a música clássica.

As composições de Yanni também ficaram famosas nos Estados Unidos após terem sido usadas em programas de televisão e na abertura dos Jogos Olímpicos.

Fonte: Wikipédia

NEW AGE (NOVA ERA): O GÊNERO MUSICAL DE YANNI

Em sua biografia na Wikipédia, o gênero musical de Yanni é caracterizado como New Age (Nova Era).

No verbete sobre a New Age, a mesma Wikipédia diz:
A música New Age, também conhecida como música da Nova Era, é um gênero musical que se caracteriza por uma melodia suave, sons instrumentais (harpa, teclado, flauta, violão, órgão) e vozes etéreas.

Este gênero musical também utiliza sons da natureza em suas músicas.

É muito usada para meditação por seguidores de várias crenças espiritualistas.

Este gênero musical busca despertar sentimentos de harmonia, paz interior e valorização da natureza (animais, plantas, recursos minerais).

O estilo musical New Age surgiu na década de 1960, no contexto do desenvolvimento da cultura hippie (liberdade, respeito, paz e amor).

Uma das principais vertentes da New Age é a Space Music conhecida pelas obras de temas espaciais criadas na década de 1970 e 1980 por artistas como Vangelis e Jean Michel Jarre.

Os temas espaciais são produzidos através de texturas eletrônicas e sons sintetizados.

A cantora irlandesa Enya é um dos principais expoentes da música New Age mundial.

Podemos citar como outros importantes músicos e grupos New Age: Era, Yanni, William Jackson, Secret Garden,Enigma, Enam, Sarah Brightman, Adiemus, Angels & Airwaves, Blackmore night, Love Orchestra, Singh Kaur, Marcomé, Valensia, Kitaro, Karunesh, Deep Forest, Gregorian, Libera Voices, Loreena McKennitt, Celtic Woman. No Brasil, destacam-se os músicos Corciolli, Marcus Viana, Eloy Fritsch, Áurio Corrá, Marcelo Nadruz e Tomaz Lima.

(Fonte: Wikipédia)

Observe que o nome de Yanni aparece como um importante músico do movimento New Age.

O MOVIMENTO NEW AGE (NOVA ERA)

O movimento da Nova Era (do inglês New Age) possui muitas subdivisões, sendo geralmente uma fusão de ensinos metafísicos de influência oriental, de linhas teológicas, de crenças espiritualistas, animistas e paracientíficas, com uma proposta de um novo modelo de consciência moral, psicológica e social além de integração e simbiose com o meio envolvente, a Natureza e até o Cosmos. [...]

Tipicamente, os new agers partilham de algumas, (não necessariamente de todas), das seguintes crenças que foram adotadas de outras filosofias a fim de completar sua propria ideologia: Toda a Humanidade, - na verdade toda a vida, tudo no Universo. - é espiritual e está ligado entre si.

Tudo participa da mesma Energia.

Deus é o nome para esta ENERGIA.

Os seres espirituais (exemplo: anjos, guias espirituais, elementais, espíritos, extraterrestres, ...) existem.

Podem nos guiar se nos dispusermos a ser por eles guiados.

A mente humana tem níveis de profundidade e vastos poderes que podem mesmo substituir a realidade. "tu crias a tua própria realidade com a tua mente".

No entanto isto é determinado por algumas leis espirituais (karma).

O indivíduo nasce na terra com um propósito.

Tem a missão de aprender.

A mais importante lição para aprender nesta vida é o Amor.

A morte não é o fim.

Há vida em diferentes formas e dimensões.

Uma vida depois da morte não existe nunca para nos punir mas para nos ensinar pelos mecanismos da Reencarnação e eventualmente pelas experiências de Quase Morte.

A Ciência e a Espiritualidade são em última análise harmonizáveis.

As novas descobertas em Ciência, Teoria da Evolução, Mecânica Quântica entendidas de maneira acertada apontam para princípios espirituais.

Há uma coisa partilhada por todas as religiões, que a Intuição ou "ser guiado divinamente" é melhor para ser usado na nossa vida pessoal do que o racionalismo, o cepticismo ou o método científico.

A ciência ocidental erradamente negligencia coisas como a parapsicologia, a meditação, e a saúde holística.

Há um núcleo místico de sabedoria em todas as religiões Orientais e Ocidentais.

O dogma e a identidade religiosa não são importantes mas sim o conteúdo espiritual.

Há princípios místicos masculino/feminino nas coisas, que assim como no ying/yang só se completam na sua união.

As formas femininas da espiritualidade, incluindo imagens femininas do divino, são vistas como tendo sido subordinadas, escondidas pelas religiões tradicionais patriarcais. São divindades anteriores às religiões patriarcais.

O renascimento do feminino é particularmente apropriado ao nosso tempo.

As antigas civilizações como a Atlântida devem ter existido deixando para trás certos monumentos (como As Pirâmides do Egipto, Stonehenge) cuja verdadeira natureza não foi descoberta pelos Historiadores mainstream.

Não há coincidências (Jung chamou a isso de Sincronicidade).

Tudo à tua volta tem significado espiritual.

E tudo te pode ensinar lições espirituais.

As adversidades são lições de vida.

A mente tem poderes e capacidades escondidos que têm significado espiritual.

Os sonhos e as experiências psíquicas são modos de as almas se expressarem.

Meditação, yoga, t'ai chi, e outras práticas orientais são válidas e devem ser desenvolvidas.

A comida que comes afecta-te a mente assim como o corpo.

É preferível comer comida vegetariana.

A carne tem por base a morte de animais, é por isso um alimento que tem dentro uma carga de violência.

Em rigor qualquer relação interpessoal tem potencial para desenvolvermos o nosso espírito.

Aprendemos nas relações com as outras pessoas passando a saber o que é que precisamos de desenvolver em nós próprios e quais forças temos que trazer aos outros para também os ajudar.

Todas as nossas relações vão ser repetidas até serem curadas, se necessário através de várias encarnações.

Como Almas que procura a unidade com o Todo o nosso objectivo último é o de Amar a toda a gente com quem temos contacto.

Certas localidades certos locais têm propriedades especiais de energia, esta pode ser energia feminina ou masculina.

Esses locais são chamados de vortex (ou portais) e esses locais são considerados sagrados e têm propriedades curativas pelas populações ancestrais indígenas desses locais.

Fonte: Wikipédia

AS MINHAS CONSIDERAÇÕES E OBSERVAÇÕES SOBRE O USO DA MÚSICA DE YANNI COMO TEMA DAS MENSAGENS DOS VÍDEOS DOS GIDEÕES MISSIONÁRIOS DOS GIDEÕES DA ÚLTIMA HORA

Diante da exposição dos fatos acima, é preciso deixar claro o seguinte:

1. Não estou afirmando que os Gideões Missionários da Última Hora estão associados ao movimento Nova Era.

2. Não estou afirmando que na produção dos vídeos das mensagens, os GMUH já possuíam o conhecimento dos fatos aqui expostos.

3. Não tenho intenção alguma de colocar em dúvida a integridade e a relevância do trabalho missionário dos GMUH.

O caráter deste post é meramente informativo, embora em minha opinião pessoal o uso da referida música, ou de outras deste gênero envolvidas direta ou indiretamente com o movimento New Age, não é conveniente e adequado à proposta e ao caráter do evento realizado em Camboriú-SC, nem ao projeto missionário dos GMUH.

Fica aqui a minha colaboração diante do assunto.

Canaã dos Carajás-PA, 19/11/2011


ALTAIR GERMANO,

terça-feira, 8 de novembro de 2011

O Azorrague (CHICOTE) não tardará!

GRANDE NEGÓCIO

Mateus 7: 15-23




A seguir ensinarei uma formula mágica.

Veja, é simples “criá-la”.

Você pode chamá-la como bem desejar.

Mas saiba: ela é um "programa" de Religião.

E não tem nada a ver com Jesus, embora use o tempo todo o nome Dele como "senha de acesso" à confiabilidade no coração dos “clientes”.

A maior vantagem é que o programa "roda sozinho", não precisa nem da ajuda de Deus, embora o nome "Dele" seja muito usado.

Veja como ela (a máquina) e ele (o programa) funcionam.

É simples.

Qualquer pode aprender e ensinar.

Foi "construído" para facilitar o uso, tanto do "profissionais", quanto dos "clientes".

1. Usa o Nome de Jesus.

2. Usa todos os símbolos e linguagens religiosas de todas as religiões.

3. Estimula o ajuntamento de riquezas na Terra.

4. Reduz toda calamidade a uma Personificação do mal e de seus agentes.

5. Fala em Deus como quem fala de um Banco de Investimentos.

6. Ensina que Deus faz "novos negócios" com o dinheiro e com a fé quando alguém investe "Nele".

7. Se põe como o Banco Recebedor e o Garantidor das negociações.

8. Denuncia o mal das demais religiões enquanto sutilmente as valida como “realidade” e “verdade”.

9. Cria uma pirâmide de poder onde ascendem somente os que arrecadam mais.

10. Estabelece que nada funciona sem barganha com Deus.

11. Usa os testemunhais como demonstração de sua validade como máquina.

12. Elabora e uniformiza todas as suas ações e padroniza as suas linguagens.

13. Oferece-se como Lugar do Poder.

14. Alimenta o povo com as simplificações mágicas como soluções.

15. Não ensina nada além de uma mecânica espiritual.

16. Não permite a criação de vínculos humanos em seu meio.

17. Ensina que a fé não é um dom, é um poder pessoal do homem.

18. Omite que a Graça de Deus exista, existindo apenas o sacrifício que cada um oferece a divindade.

19. Faz a Cruz de Cristo ter apenas valor de Presépio, como um cenário, não como poder libertador.

20. Faz a Ressurreição de Jesus ser apenas uma demonstração de Poder, não o fator garantidor da Graça da salvação.

21. Faz crer que a eternidade não interessa, mas tão somente as coisas do tempo.

22. Faz de conta que Cristo não precisa voltar. Como está, está bom.

23. Dá a impressão que o mundo pode continuar horrível, pois a única coisa que interessa é a “prosperidade” de alguns.

24. Não perde tempo com o papo de "boas obras", mas tão somente grandes contribuições financeiras.

25. O Dinheiro, a Máquina Marqueteira e a Política são a sua “unção-upgrade” desse software de Religião.

26. Não há soluções fora do Endereço Físico de Deus na Terra: o Templo Maior e suas franquias não virtuais.

27. O "password" é usar o Nome Jesus como "senha" diferencial, mas manter todas as barganhas do medo funcionando.

28. O manual é a Bíblia, embora ela tenha apenas que ser "comprada" como um amuleto, mas não pode ser lida.

29. A oração não é parte da Devoção, mas do poder prático para se executar os desejos conforme o "programa".

30. Não existe devoção pessoal, mas apenas aquela que acontece dentro de uma “corrente” ou uma “campanha”.


E muito mais...

Entrevistas com os demônios, intervalos comerciais para os possessos se recomporem, etc...

Quem quiser levantar muito dinheiro e fundar uma Religião “bem-sucedida”, aplique essas técnicas, e certamente “prosperará”.

Caso você não tenha o escrachamento necessário para ir tão longe — questões bobas de pudor que alguns ainda têm —, pode aplicar a mesma “formula” em partes, e de modo mais discreto, mais light, mais ameno. Também funciona.

Mas não esqueça: a alma do negócio é a “dependência”, o “poder do medo”, e a “força do dinheiro”; e não esqueça: você precisa dizer que Deus é assim, e que até “Ele” só funciona à base de dinheiro.

Sim!

Você tem que lembrar de dizer que é possível “comprar Deus”.

Esta formula funciona muito bem.

Já foi testada inúmeras vezes na História.

E no Brasil já demonstrou ser altamente eficaz.

Ah!

Ia esquecendo: ela também é muito adequável ao sistema de Pirâmide.

Quem estiver frustrado e desejar acabar com a frustração, use a formula.

Ela não decepcionará você.

Se está certo?

Pra quem interessa?

O certo é o que dá certo!

Certo?

Só vejo um pequeno problema: os "donos de franquias" correm o sério risco de num Certo Dia Encontrar o Dono do Nome, e ocorrer o seguinte diálogo:

--Franquiados: Em teu Nome realizamos milagres incríveis e muita gente acreditou; exercemos poder profético-autoritário, e fizemos muitos decretos em Teu Nome; e com os demônios e com as forças das trevas, nós até brincamos, de tão bem que aprendemos a manipulá-las.

Nos tornamos o maior “caso de sucesso” na Terra.

Tudo em Teu Nome. --Senhor: Eu não sei quem são vocês.

O lugar de vocês não é Comigo.

Bem, a escolha é sua!

O sucesso da Terra pode ser a desgraça da eternidade!

Mas lembre-se: a escolha é sua. Você tem o poder!



Autor

Pr. Samuel Ribas

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

A LIÇÃO DO LENÇO!




O LENÇO DOBRADO (João 20:7)

Por que Jesus dobrou o lenço que cobria sua cabeça no sepulcro depois de sua ressurreição?

Eu nunca havia detido minha atenção a esse detalhe.

Em João 20:7 - nos conta que aquele lenço que foi colocado sobre a face de Jesus, não foi apenas deixado de lado como os lençóis no túmulo.

A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos contar que o lenço fora dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra.

Bem cedo pela manhã de domingo, Maria Madalena veio à tumba e descobriu que a pedra havia sido removida da entrada.

Ela correu e encontrou Simão Pedro e outro discípulo, aquele que Jesus tanto amara e disse ela:

"Eles tiraram o corpo do Senhor e eu não sei para onde eles o levaram."

Pedro e o outro discípulo correram ao túmulo para ver.

O outro discípulo passou à frente de Pedro e lá primeiro chegou.

Ele parou e observou os lençóis, mas ele não entrou.

Então Simão Pedro chegou e entrou.

Ele também notou os lençóis ali deixados, enquanto o lenço que cobrira a face de Jesus estava dobrado e colocado em um lado.

Isto é importante?

Definitivamente.

Isto é significante?

Sim.

Para poder entender a significância do lenço dobrado, você tem que entender um pouco a respeito da tradição Hebraica daquela época.

O lenço dobrado tem que a ver com o Amo e o Servo; e todo menino Judeu conhecia a tradição.

Quando o Servo colocava a mesa de jantar para o seu Amo, ele buscava ter certeza em fazê-lo exatamente da maneira que seu Amo queria.

A mesa era colocada perfeitamente e o Servo esperaria fora da visão do Amo até que o mesmo terminasse a refeição.

O Servo não se atreveria nunca tocar a mesa antes que o Amo tivesse terminado a refeição.

Se o Amo tivesse terminado a refeição, ele se levantaria, limparia seus dedos, sua boca e limparia sua barba e embolaria seu lenço e o jogaria sobre a mesa.

Naquele tempo o lenço embolado queria dizer: "Eu terminei".

Eu não sabia a respeito.

Se o Amo se levantasse e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato, o Servo não ousaria em tocar a mesa porque o lenço dobrado queria dizer: "Eu voltarei!"

Ele está voltando!

O recado nos foi dado claramente!

Oro para que você seja abençoado com a paz e a alegria em saber que Ele está voltando e isso pode ser muito breve.

Estejamos prontos, preparados!

Deus abençoe a todos vocês que crêem!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

A Biblia e meus óculos!




Eu uso óculos desde os vinte e quatro anos, só isso rsrsrrs.

Dizia que estava vendo bem, e, leitor ávido que sou, notei diferenças e procurei um oftalmologista, sem dó e nem piedade comecei a usar um destes aros grossos e deu aquele aspecto de mais velho!

Deixando estas lembranças, penso que houvesse óculos morais, para nos ajudar a errar menos.

Vem-me à mente que temos óculos morais: a Bíblia.

Ela, além de ser a auto revelação de Deus, tem o poder de nos orientar na vida, em todas as questões.

Ela é “o fiel padrão pelo qual devem ser aferidas a doutrina e a conduta dos homens”.

A questão é que ela tem deixado de serem os óculos pelos quais examinamos o mundo, e passado a ser o objeto examinado.

Ela tem sido interpretada à luz de pensadores ou de correntes seculares de pensamentos.

Tais como “Uma visão afro da Bíblia” isto é tão válido quanto “Uma visão ariana da Bíblia”.

As pessoas têm seus pressupostos e interpretam a Bíblia à luz deles.

Outras interpretam à luz dos fundadores de suas seitas, como Ellen White, Joseph Smith, e menores.

A Bíblia deve reger a doutrina da igreja e a vida dos fiéis, não o oposto.

Por outro lado há pessoas que defendem o que pensam ser doutrina bíblica com uma truculência que não compete aos crentes em Cristo.

A Bíblia não precisa de quem a defenda, mas de quem a viva.

Violência em nome da ortodoxia é um absurdo.

Já vi gente defender o que julga ser doutrina correta com palavras vulgares e de ódio.

É “zelo sem entendimento” (Rm 10.2).

Foi assim que surgiram as fogueiras da Inquisição.

Felizmente hoje é proibido queimar discordantes doutrinários.

Quem tem a Bíblia como óculos morais cultiva a ortopraxia, “conduta correta”.

Procura viver como as epístolas recomendam.

Paulo usa muito as expressões “antes” e “depois”, ou “antes” e “agora”.

Como éramos antes e como somos agora.

Um irmão deu um testemunho de como brigava nos bares, antes de sua conversão, mas agora era convertido.

Um adolescente, comentou: “Antes ele dava garrafada nos bares, agora dá garrafadas verbais na sessão da igreja”.

Mudara o lugar, mas não o hábito.

Ter a Bíblia como óculos não é apenas pautar a doutrina por ela.

É pautar também o comportamento, o vocabulário, as atitudes, a maneira de tratar os outros.

Não basta dizer que se tem a doutrina correta.

É preciso ser correto.

É preciso tratar os outros corretamente.

Ter a Bíblia como óculos doutrinários não é muito difícil.

Ainda mais porque muitos veem o que querem ver, de doutrina na Bíblia.

Mas tê-la como óculos morais são difíceis, porém necessário.

Trata-se de vivê-la.

Trata-se de obedecer ao seu ensino, mais que defendê-lo.

Vamos viver os ensinos bíblicos!

Principalmente os relacionais, que tratam da vivência cristã.

Porque sobra credo ao mundo evangélico, e falta conduta.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Sodoma e Gomorra, eis a questão!

STJ autoriza casamento civil entre mulheres do Rio Grande do Sul e abre precedente

Camila Campanerut

Do UOL Notícias

Em Brasília

Pela primeira vez, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que um casal homossexual poderá realizar um casamento civil.

Por maioria, a 4ª Turma do STJ deu parecer favorável a Kátia Ozório e Letícia Perez, do Rio Grande do Sul.

Apesar da decisão só valer para este caso, cria-se um precedente na Justiça, que poderá servir de base para outros juízes em novas ações com a mesma finalidade.

A sessão desta terça-feira (25) retomou o julgamento do caso após suspensão na última quinta-feira (20), com o pedido de vista do ministro Marco Buzzi –o último dos cinco magistrados a votar na semana passada.

O placar já era favorável ao casal: os ministros Raul Araújo, Isabel Gallotti e Antonio Carlos Ferreira seguiram o voto do ministro-relator Luís Felipe Salomão.

Buzzi acompanhou a posição do relator, mas levantou que a discussão, devido ao alto nível de complexidade, deveria ser julgada não por eles, mas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Com base nisso, o ministro Raul Araújo mudou o voto e se posicionou contrário ao relator.

Na argumentação de Salomão, a aceitação do pedido de autorização para o casamento civil entre duas mulheres seguia a mesma linha defendida pelo STF que estabeleceu, em maio deste ano, que as relações homoafetivas fossem tratadas da mesma forma que as heterossexuais.

“O mesmo raciocínio utilizado, tanto pelo STJ quanto pelo STF, para conceder aos pares homoafetivos os direitos decorrentes da união estável, deve ser utilizado para lhes franquear a via do casamento civil, mesmo porque é a própria Constituição Federal que determina a facilitação da conversão da união estável em casamento”, defendeu Salomão em seu voto.

O casal de gaúchas entrou com a ação no STJ depois de decisões desfavoráveis em primeira e segunda instância.

A diferença do caso em relação a outros similares é que as autoras da ação não quiseram converter a união estável em casamento civil –preferiram partir direto para o processo de habilitação para casamento civil.

O casal se emocionou com a decisão, mas preferiu não conversar com a imprensa. O advogado delas não estava presente.

Ainda cabe recurso ao STF por parte do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que defendeu na ação que o casamento, tal como disciplinado no Código Civil, “só é possível entre homem e mulher”.

Entenda a diferença
As diferenças entre o casamento civil e a união estável se referem à mudança do estado civil (de solteiro, em uma união estável, para casado) e a garantia ao direito da herança.

O casado, após a morte do cônjuge, passa a ser o “herdeiro necessário” e só terá de dividir a heranças com os filhos e pais (descendentes e ascendentes mais próximos).

Já o parceiro de uma união estável que ficou viúvo poderá ter de dividir bens com parentes distantes do morto.

Além do valor simbólico para os casais homossexuais, o casamento civil formaliza a união de duas pessoas que se relacionam –a certidão de casamento permite, por exemplo, que o par seja automaticamente colocado como dependente em convênios médicos e contratos.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Dá Senhor a capacidade de me indignar!




Emita sua opinião e tome uma atitude para mudar esta verdade!

Até quando Senhor?

Falta fazer uma para os pseudos conferencistas e preletores!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Ganância! Que rumo estamos tomando?



Ganância!

Ganância!

Ganância!

Pensamos em construir um templo, logo pensamos: De onde virá os recursos?

E o campo é fertil de idéias e esquecemos o caminho da oração e dependência Divina e por cima impedindo o povo de Deus contribuir de forma metódica, segundo sua prosperidade e com alegria!

Aquilo que era errado a alguns anos passados, hoje é lugar comum nas igrejas ditas evangélicas(Óbviamente que há excessões e não poucas)!

Já adentrei um templo e vi um automovel 0K com um bonito laço de presente...e um enorme banner indicando que poderia ser meu, desde que eu "contribuisse" por um cartão numerado e em determinado dia seria "sorteado"!

Se paga por tudo nas igrejas e tem delas que se o dizimo não estiver em dia não se participa da Ceia do Senhor!

Taxas e inscrições e anuidades pesadas se impõe ao pobre mortal que tiver o desejo de participar de uma reunião ou ser membro de uma convenção, igrejas!

Carteiras ou Credenciais, Diplomas ou Certificados, descontos de dizímos na fonte e diga-se de passagem, tirando o direito do crente levar a sua contribuição á casa de Deus e consequetemente ao se prestar o relatório naquela congregação não aparecerá o nome daquele pastor aposentado e alguem dirá: É só informar a igreja e tudo bem!....

Mas! Mas! - Por quanto tempo?

Tenho receio da afirmação: E Farão negócios de vós!

Entendo que há despesas pesadas para a manutenção de um Templo, Séde de Convenção, há a necessidade de funcionários, zeladoras, água, energia eletrica, telefone, computadores etc...etc...etc..

Tenho adotado o caminho mais dificil que é o de não constranger ninguem a contribuir por ameaças ou cerceamento de serviços prestados á membresía da igreja a que sirvo por mais de duas décadas.

E com alegria posso testificar, Deus é fiel e por seu Espirito Santo tem falado aos nossos irmãos e estes trazem aos cultos suas ofertas e dizimos e nada tem faltado, estamos construindo, adquirindo terrenos, mantendo missionários, fazendo assistência social ao socorrer necessitados, roupas, remedios, alimentação!

As vezes me questiono, de onde vem tudo isso?

E a resposta é uma só: Deus!

Exemplos de santos homens de Deus no passado que ousaram crer nas promessas biblicas estão no esquecimento de obreiros no presente!

No Querite, o Profeta Elias, recebeu alimentação trazida por corvos, depois uma viúva e isto por três anos e no deserto, um anjo!

Exemplos ao longo da história é que não falta!

Somos crentes!

Por si só a palavra já diz tudo: CRENTES!

Por que não pensamos em meios menos pesados para onerar nossos irmãos?

Se fizermos uma comparação de preços de viagens para Israel ou cruzeiros maritimos com palestras sobre tudo, me questiono por que são mais caros que o mundão lá fora?

Agora a moda é pastores levar "Romeiros a Israel" fazendo a comparação de preços é rapido a constatação que você terá que pagar mais por menos!

Isso virou febre no Brasil!

E se olhar para a quantidade de Biblias comentadas; tem até a da sogra!

E os cachês?

Ganância, Ganância, Ganância!

Se por um lado o conferencista ou cantor estabelece preços exorbitantes, tem pastores que são verdadeiros sangue sugas e não abrem a mão para pagar as despesas e dar uma oferta de amor ao obreiro que veio cooperar!

Não tenho nenhuma intenção de ofender a este ou aquele pastor e sim trazer uma reflexão e pensar se não está na hora de voltarmos á simplicidade do Evangelho?

"E o SENHOR apareceu de noite a Salomão, e disse-lhe: Ouvi a tua oração, e escolhi para mim este lugar para casa de sacrifício.

Se eu fechar os céus, e não houver chuva; ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra; ou se enviar a peste entre o meu povo;

E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.
2 Crônicas 7:12-14"

A Contribuição é necessaria sim!

Mas!

De que forma estamos recebendo?

Evangelizamos para salvação de vidas para vê-las servindo a Deus ou para aumentar a arrecardação?

De acordo com os ensinos biblicos ou na base do jeitinho mundano?

Vamos pensar nisso?

domingo, 9 de outubro de 2011

DEVANEIOS DE UM PASTOR SONHADOR

DEVANEIOS DE UM PASTOR SONHADOR

Em meio a tanta correria e desmandos do dia a dia, quase esquecemos a nossa vida espiritual, sabe, a igreja ainda existe, em meio aos escombros dos devaneios espirituais de pastores, padres, bispos, profetas e apóstolos.

Muitos destes já usam a bíblia até para esconder dinheiro, e diversos deles criaram escolas de graduações espirituais.

Não se contentam em serem servos do reino dos céus, querem a todo custo graduações no reino da terra, muitos destes já esqueceram suas funções de servos de Deus, e sonham em serem substitutos de Deus na terra.

Hoje pastor é baixo clero, a moda é ser bispo, e tem mais a classe dos super poderosos, os apóstolos, eles mesmo se autodenominam e no dia a dia forçam as pessoas a tratá-los como tal.

Se Jesus o filho de Deus viesse em carne e osso na terra hoje, seria expulso e alguns o acusariam de traidor dos céus, mas eu não quero criticar, não quero pecar falando o que eu penso.

Pastores, bispos, profetas, apóstolos, semideus, um dia irão acertar suas contas com Deus, bem talvez alguns, nem cheguem diante dele.

Sou apenas um simples pastor/servo que sonha com uma igreja onde os milagres aconteçam.


Eu sonho com uma Igreja
Onde os milagres sejam coisas normais.

Eu sonho com uma igreja,
Onde todos sejam realmente irmãos.

Eu sonho com uma igreja
Onde salvos não se sintam superiores.

Eu sonho com uma igreja
Onde os crentes exercitem sua fé.

Eu sonho com uma igreja
Onde os adoradores creiam que Deus ainda faz milagres.

Eu sonho com uma igreja onde os membros se preocupem com os enfermos.

Eu sonho com uma igreja onde exista amor.

Eu sonho com uma igreja onde ricos e pobres adorem a Deus em liberdade.

Eu sonho com uma igreja
Onde a falsidade seja um pecado.

Eu sonho com uma igreja onde os membros vivam o evangelho do ide.

Eu sonho com uma igreja onde as pessoas se cumprimentem.

Eu sonho com uma igreja onde as pessoas cantem em louvor a Deus.

Eu sonho com uma igreja onde os pastores e os diáconos se preocupem com os desamparados.

Eu sonho com uma igreja onde exista amor.

Eu sonho com uma igreja que preencha corações vazios.

Eu sonho com uma igreja livre da vaidade.

Eu sonho com uma igreja onde todos sejam um só povo.

Eu sonho com uma igreja aonde todos venham ao culto sem medo.

Eu sonho com uma igreja onde Deus seja realmente engrandecido.

Eu sonho com uma igreja onde homens e mulheres creiam no que pregam.

Eu sonho com uma igreja que creia no batismo com o Espirito Santo.

Eu sonho com uma igreja onde os dons espirituais sejam evidentes com ordem e decência.

Eu sonho com uma igreja que respeite os direitos do próximo.

Eu sonho com uma igreja que não queira ser melhor que a outra.

Eu sonho com uma igreja onde Deus realmente possa sorrir.

Eu sonho com uma igreja onde a Bíblia seja o livro dos livros.

Eu sonho com uma igreja onde existam verdadeiros servos, pecadores lavados e comprados pelo sangue de Jesus.

Eu sonho com uma igreja onde as crianças sejam felizes.

Eu sonho com uma igreja onde os velhos sejam respeitados.

Eu sonho com uma igreja onde os jovens sejam exemplos de Cristo

Eu sonho com uma igreja vitoriosa.

Livre das vaidades de bispos e pastores.

Eu sonho com uma igreja que se preocupe com o pecador.

Eu sonho com uma igreja onde as pessoas sejam curadas.

Eu sonho, com uma igreja onde os cegos possam ver, e os mudos possam falar.

Eu sonho com uma igreja onde as pessoas sejam exemplos na sociedade.

Eu sonho com uma igreja que não se preocupe com vaidades.

Eu sonho com uma igreja onde a humildade seja a liderança.

Eu sonho com uma igreja onde o louvor alcance os céus.

Eu sonho com uma igreja que seja luz em meio às trevas.

Eu sonho com uma igreja de milagres.

Eu sonho com uma igreja cujos obreiros sejam dignos de seus salários e vivam para o altar.

Eu sonho com uma igreja que o ide de Jesus Cristo seja obedecido por amor e gratidão ao sacrifício na cruz do Calvário.

Eu sonho com uma igreja onde os obreiros tenham prazer em visitar tanto pobres como ricos.

Eu sonho com uma igreja que entenda que o ide de Cristo é imperativo o seu obedecer.

Eu sonho com a igreja avivada do século 21.

Devaneios de um pastor sonhador e que seja despertado para que o sonho não seja apenas um devaneio de quem está dormindo!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

ESCOLA BIBLICA DE OBREIROS - BELENZINHO/SÃO PAULO

Fonte: http://pastorwellingtonjunior.blogspot.com/

Estamos na última semana da 65ª Escola Bíblica de Obreiros da Assembleia de Deus, Ministério do Belém, a cada ano, dezenas de pastores, líderes das ADs em todo mundo participam desta que é considerada a maior Escola Bíblica das ADs.

Na manhã desta terça feira, 27 de setembro, no culto que sob a liderança do pastor presidente, José Wellington Bezerra da Costa e que foi dirigido pelo pastor e missionário Natanael Santos, diversos estados foram representados por grandes líderes; Paraná, pastores, Perci Fontoura, presidente da AD em Umuarama e Daniel Sales Acioli, presidente da AD em Apucarana e membro do conselho administrativo da CPAD; Maranhão, pastor Rayfran Batista; Bahia, pastor Abiezer Apolinário, presidente do conselho jurídico da CGADB, UMADENE e vice-presidente da AD em Salvador; Rio de Janeiro, pastor Isaias Coimbra, presidente da AD, Ministério de Ouro Fino em Nova Iguaçu e 1º secretário da CGADB, ainda do Rio o pastor Cyro Mello, secretario adjunto da CGADB que está com equipe da secretaria geral atendendo os ministros em SP, destaque também para a presença do pastor Josias de Almeida Silva, 1º tesoureiro da CGADB, presidente da AD em Cubatão e COMADESPE.

Muitos outros pastores de outros estados são esperados até segunda feira na AD Belenzinho.

Os preletores foram os pastores; Roberto Santos (SP), Weldon Bourchett, líder de uma grande igreja nos Estados Unidos que foi interpretado pelo Ev. Degmar Ribas (SP) e o pastor Daniel Sales Acioli, presidente da AD em Apucarana e membro do Conselho Administrativo da CPAD.

Pastor Acioli trouxe uma boa reflexão aos obreiros, em sua mensagem ele relatou grandes experiências de seu ministério pastoral, mostrando vários caminhos para que os obreiros de hoje possam ser bem sucedidos no desempenho de sua santa vocação.

Após a mensagem do pastor Acioli, o pastor José Wellington disse: ''estamos alegres e satisfeitos com o que Deus tem feito entre nós, para cada área de nossas vidas, ministros do Senhor, Deus tem uma saída, uma estratégia, um caminho para que nosso ministério possa ser desenvolvido com grande êxito'' finalizou, seguindo os obreiros para o almoço.

Obreiros de todo o Brasil prestigiaram o evento!
Pastor Daniel Sales Acioli - Ministrando aos obreiros.
Pr. Daniel - Falou sobre a Familia de Efraim.



Pastor José Wellignton Bezerra da Costa
No encerramento da EBO grande culto de ações de graças pelo aniversario do casal:Irmã Vanda e Pr. J. W. Bezerra da Costa.


Pastor Genildo Simplicio pregou na Terça Feira á noite, foi usado poderosamente pelo Senhor!

sábado, 1 de outubro de 2011

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Vamos Adorar a Deus! É isso que importa!




Victorino Silva na AD em Apucarana (PR)

A Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Apucarana, Paraná, receberá, no dia 29 de setembro, o pastor Victorino Silva.

Durante o evento Louvores para hoje e sempre, o pastor entoará canções que emocionam e encantam gerações, ao longo de 50 anos de ministério.

No dia 29 de setembro o pastor Victorino Silva louvará a Deus, juntamente com os irmãos da Assembleia de Deus em Apucarana, no Paraná.

Durante o evento Louvores para hoje e sempre, que começará às 19h, o pastor entoará canções que encantam e emocionam gerações.

Para convidar o pastor Victorino Silva para sua igreja, basta ligar para (21) 2796-0890 ou (21) 9174-1105.

A Assembleia de Deus em Apucarana fica na Rua Clóvis da Fonseca, 433, Centro - Paraná. Baixe o cartaz do evento aqui

Um novo trabalho prestes a completar 50 anos de ministério, o pastor Victorino Silva acaba de lançar seu mais novo CD, Eternidade.

Sexto trabalho do cantor lançado pela Patmos Music, o álbum já é um marco na música evangélica brasileira.

Produzido por Ezequiel de Matos, o CD inclui doze canções, entre elas, a música Vem Com Josué lutar em Jericó com um belíssimo arranjo em jazz, além de diversas novidades.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Ver a Deus! - Eis a questão!



Jesus, no sermão do Monte, entre outras bem-aventuranças, declarou que são “bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus” (Mt. 5:8).

Deus se importa muito com um coração limpo.

Por essa razão, Jesus inclui os limpos de coração em suas bem-aventuranças.

O pastor precisa ter coração limpo se deseja servir a Deus com integridade e um testemunho pessoal aprovado.

Davi escreve “Quem subirá ao monte do Senhor? Quem há de permanecer no seu santo lugar? O que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à falsidade, nem jura dolosamente” (Salmo 24:3-4).

Por isso, o líder da igreja, deve conservar o “mistério da fé com a consciência limpa” (I Tm. 3:9).

Manter um bom testemunho por ter um coração limpo não necessariamente fará do pastor um sucesso entre os homens.

Pelo menos enquanto este pastor estiver vivo.

Depois de morto é outra história.

Não obstante, é o bom testemunho que fará desse líder um vitorioso diante do Seu Senhor, pois Deus sabe que o bom testemunho agrega as ovelhas, enobrece o reino de Deus, honra o nome do Senhor, não escandaliza os mais fracos na fé.

Portanto, cabe a cada líder pastoral avaliar diariamente como está o seu coração.

Esse exercício devocional é imprescindível para ser bem sucedido no ministério da Palavra, pois somente os limpos de coração verão a Deus e, assim, serão considerados bem-aventurados.

O Senhor sonda nosso coração, portanto é nossa imagem interna, e não externa, que precisa de maior cuidado.




Em dias de ufanismo e triunfalismo somos levados a procurar sempre o que nos destaca, ou destaca o nosso trabalho.

Um grave engano visto que o Senhor não sonda nossos relatórios mas sim nossos corações.

Dr Augustus Nicodemus, profundo expositor da Palavra, afirma que Deus não nos chama para termos sucesso sempre mas sim para sermos fiéis.

Compreender a marcante diferença entre caráter e reputação não pressupõe que faremos uma escolha legítima.

É preciso estar disposto a priorizar a verdade.

Abraham Lincoln gostava de afirmar que:

“Caráter é como uma árvore e reputação a sombra.

A sombra é o que nós pensamos sobre isto.

A árvore é a realidade” .

Muitas vezes confundimos inteligência, conhecimento e sabedoria.

Podemos aplicar as palavras “a inteligência é uma espada ... o caráter a empunhadeira”, de Bodenstedt, dizendo que é o caráter que delineará a sabedoria no agir.

Outras vezes confundimos temperamento brando com bom caráter.

Ao contrário, como disse Pierre Azaïz, “o caráter é a esperança do temperamento”.

Um temperamento brando, quieto ou mais vagaroso pode dar a impressão de domínio próprio e esconder as paixões mais carnais.

Ele nos “sonda e nos conhece” e julga-nos com exatidão, pesa a nossa alma e categoriza todos os nossos sentimentos mais profundos.

Você é quem Deus diz que você é.

Convictos desta verdade é preciso crescer.

Não priorize o crescimento da sua reputação, ministério ou carreira.

São por demais importantes, porém transitórios.

Priorize o crescimento do seu caráter e vida com o Pai.

Escolha a melhor parte.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Pastor Malafaia e os neurônios do bispo......





E você vai aceitar que pentecostais e cantores evangélicos são o que o bispo afirmou?

Quanto ao cai-cai de Benny Hynn, tenho cá minhas ressalvas!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

AVAREZA - COBIÇA - GRANA é o que interessa!


O cádi Ahmed Hassã, justo e enérgico, ao ouvir, certa vez, comenta a avareza sem-par de Morrid, abastado mercador em Muazzã, bairro de Bagdá.

Mandou chamá-lo e com o fim de obrigá-lo a praticar esmola - conforme determina o Alcorão - disse-lhe: - No bairro em que resides, meu amigo, mora, também um velho artesão que, embora trabalhe de manhã à noite, vive na maior pobreza com oito filhos menores.

Ficarás encarregado de hoje em diante, de proteger essa infeliz família. Todas as semanas deverás levar um auxílio, uma esmola qualquer ao artesão.

- Assim farei, senhor! - respondeu Morrid

- Não pouparei sacrifícios para melhorar a situação do meu infeliz protegido...

Passado três dias, soube o cádi - que o avarento havia levado ao artesão um pedaço de carneiro.

A carne estava, porém, em tal estado de podridão que deixava desprender um mau cheiro horrível.

- Miserável! - reclamou o cádi, revoltado com o proceder do avarento.

- Comprou, por preço vil, um pedaço de carne deteriorada que nem mesmo um chacal seria capaz de comer!

Vou castigar esse homem!

E o enérgico Ahmed mandou que o trouxessem à sua presença e disse-lhe:

- Acabo de ser informado da tua indignidade, ó mulçumano sem coração!

Para cumprires com a ordem que te dei, deste ao pobre artesão um pedaço de carne estragada, intragável!

E para que aprendas a ser generoso, vais sofrer um castigo que tu mesmo irás escolher: ou pagas uma multa de cem moedas de ouro, ou apanhas cem chibatadas, ou, então, comes toda a carne repelente com que insultastes a pobreza do artesão !

Vamos! escolhe um desses três castigos!

O velho avarento, ao ouvir a terrível ameaça do cádi, pensou:

- Pagar a multa?

Não pago!

Apanhar cem chibatadas é doloroso!

O melhor que tenho a fazer, afinal, é comer a carne.

E depois de assim meditar, dirigiu-se ao governo da cidade e disse:

- Senhor!

Já escolhi.

Estou pronto a comer a carne!

Mandou o governador que trouxessem um prato com o pedaço da vianda repulsiva com que tinha presenteado o artesão.

O avarento encheu-se de ânimo e começou a comer.

A carne estava tão estragada que seu estômago começou a ter ânsias e começou a vomitar.

- Piedade, o cádi!

Eu não posso comer esta carne!

- Está bem! - respondeu o cádi, escolhe então: a multa ou a cem chibatadas?

As chibatadas, senhor!

Por ordem do cádi surgiu-lhe pela frente um escravo negro, armado de açoite.

O avarento foi amarrado e começou a receber as chibatadas.

No oitavo golpe o mercador sentiu que morreria se continuasse a apanhar.

- Piedade! Piedade!

- exclamou desesperado.

- Eu pago a multa!

Ordenou o cádi que o soltassem e ele, ali mesmo, efetuou o pagamento da multa, tirando o dinheiro de uma bolsa.

Disse então, o governador: - Esse dinheiro vai ser distribuído em esmola pelos habitantes pobres do bairro.

E dirigindo-se ao avarento:

- E tu, meu avarento, foste por causa da tua extrema avareza três vezes castigado.

Primeiro, comeste a carne podre, depois apanhaste e finalmente, pagaste a multa.

E isto acontece sempre aos homens impiedosos.


**************Moral da história*******************

O pouco com Deus é muito!

Pense nisso e tenha um bom dia

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

ESTE POVO ME HONRA COM OS SEUS LABIOS, mas o coração....



Este povo me honra com os seus lábios... (OS 5.13 - 7.16)

Por mais conhecido e citado que seja o versículo 3 de Oseias 6, devíamos entender pelo contexto imediato que Israel (chamado ali de Efraim) e Judá não estavam falando sério quando disseram: "Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor".

Deus os conhecia e sabia que naquilo não havia nada de sinceridade.
Quando se viram enfermos buscaram recursos humanos (5.13).

Suas chagas incuráveis eram consequências de sua corrida atrás do "nada" (normalmente a palavra vaidade, que significa qualidade do que é vão, tem a mesma raiz para a palavra "ídolos" no hebraico, mas aqui Deus usa outra palavra que tem a mesma raiz da palavra "sujeira").

As coisas que a nação de Deus havia feito eram pecados de idolatria, injustiça social e homicídios, entre outros (6.8,9).

Deus chega a dizer que via "uma coisa horrenda" na casa de Israel (6.10).
No original, dá a ideia de "arrepiar os cabelos"!

Deus havia dito que o proceder de Israel não lhe permitia voltar para Ele (5.4).
Então Deus mesmo Lhes seria como traça e podridão (5.12) e como o leão e o leãozinho (5.14), para que eles compreendessem de onde provinha sua destruição.

Deus previu que Israel e Judá fariam uma bela oração (5.15), oração esta que se fosse sincera seria uma das mais belas expressões de confiança na restauração de Deus. (6.1-3).

Entretanto, a decepção de Deus estava justamente no desvanecimento da oração do Seu povo (v. 4).

Seu amor para com Deus era como a nuvem da manhã e como o orvalho da madrugada, que logo passavam...

Deus não os deixa às cegas.

Diz a eles o que Ele quer: "Misericórdia quero, e não sacrifício; e o conhecimento de Deus mais do que holocaustos" (6.6).

E quando Deus, na Sua misericórdia Se dispunha a mudar a sorte do Seu povo, então se descobria mais e mais iniquidade e maldade (7.1)!

Vivemos em dias de muita euforia em torno dos grupos de louvor das igrejas, badalações acerca da adoração (sempre confundindo com música), congressos e mais congressos sobre ministração de louvor, sobre adoradores (hoje os adoradores são apenas os que tocam ou cantam) e, infelizmente, juntamente com isso vemos as feridas, as chagas da igreja, uma igreja despedaçada, corroída e apodrecida!

É de se questionar o "avivamento" que o louvor tem produzido no nosso país.
Nas nossas cidades aumentam o número de templos com denominações diferentes se espalhando, afirmando salvação de almas, igrejas que proclamam seu crescimento em 400%, e outras cifras mais, pastores que se tornam apóstolos e outros títulos mais, igrejinhas que se tornam megaigrejas, enquanto que ao mesmo tempo cresce a violência em nossas cidades, aumenta-se o número de bares e casas de prostituição, famílias continuam sendo destruídas, inclusive dentro das próprias igrejas, onde se ouve falar de traições, adultérios, divórcios, tudo em larga escala, na mesma proporção em que ocorre lá fora, escândalos financeiros dentro das igrejas, a partir de um discurso excelente, em oratória enganadora, que leva os fiéis a arrancarem tudo o que têm no bolso e darem (até o que não têm) como um ato de fé para que lhes sobrevenha a famigerada prosperidade, o que, via de regra não acontece, pessoas se decepcionando com o Evangelho por causa dos testemunhos dos próprios evangélicos e exemplos mil que eu não tenho espaço para multiplicar, mas que todos nós conhecemos!

Uma coisa quer o Senhor, e duas Ele nos recomenda: que pratiquemos a misericórdia e que busquemos, de fato, conhecer a Deus (6.6).

Não estamos clamando a Deus de coração, estamos dando uivos em nossas reuniões de louvor para o trigo e para o vinho (7.14)!

Estamos confundindo a adoração a Deus com o culto a Mamom!

Rituais religiosos não convencem o nosso Deus! Ele sabe quando misturamos o que era pra ser puro.

Coloquemos em nossos lábios e principalmente em nossos corações um louvor verdadeiro, que convide ao arrependimento, à conversão: "Vinde, e tornemos para o Senhor" (6.1).

Dia tes písteos.
Pr. Cleilson

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Inversão de Valores: Libertinagem x Liberdade!

Inversão dos valores bíblicos: Libertinagem x Liberdade?

Sei que o tema é considerado polê­mi­co, mas é oportuno.

“Se pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente SEREIS LIVRES “ — Jo 8:36
“Liberdade” é um dos anseios mais acen­tuados do ser hu­ma­no.

Desde os pri­mór­dios de sua existência isso tem sido evi­denciado.

Já na infância o ser humano conduz a sua atitude para agir com liberdade.

Ninguém quer ser contro­la­do, tutelado, monitorado.

Ninguém quer ter dono e sub­me­ter a outros o seu modo de agir.

Esse sentido de “independência” é da natureza humana e se revela nas diversas áreas de atuação do homem, seja como indivíduo, como no contexto nacional, social, familiar, político, e até religioso.

As aspirações de liberdade são notórias e constantes e têm sido a razão dos grandes e sangrentos conflitos humanos, escrevendo as páginas mais negras da história.

Mas é bom ressaltar que, nem sempre, a busca sacrificial da “liberdade” significa um “bom combate”.

Muitas vezes vai na direção maldosa e danosa ao ser humano.

E até mes­mo o tradicional princípio filosófico que afir­ma que “a liberdade de um sempre deve se limitar à liberdade do outro” não tem sido res­­peitado, e o que se vê é um atropelando o ou­tro, sem escrúpulos, na busca do exercício da sua própria liber­dade e do seu próprio es­paço.

Lamentavel­men­te essa é, tam­bém, a me­lancólica cons­tatação no ambi­en­te cha­mado cris­tão.

Mas o que é “li­ber­­­dade”?

Na ver­da­de, muitos, em nome da “liberdade”, prati­cam “libertina­gem”.

O conceito hu­ma­­no de “li­berda­de” é a facul­da­de de uma pes­soa fazer ou dei­xar de fazer, por seu livre arbítrio, qualquer coi­sa; faculdade de cada um decidir pelo que entende ou pelo que lhe convém (Dicionário Aulete).

Es­se conceito humano leva o homem ao exer­cício da “libertinagem” que é devas­si­dão, impudícia, licenciosidade, desre­gra­mento de costumes.

Do ponto de vista de Deus as coisas não são assim.

Jesus Cristo abordou o assun­to, conceituando a “liberdade” de modo a tornar o seu exercício uma benção e não um proces­so de degradação.

Em Jo 8:32-36 onde expôs o assunto, contestando o conceito religioso de “liberdade” dos judeus, temos alguns aspectos que devem ser levados em conta:
A liberdade é experiência que resulta do conhecimento da VERDADE (a Palavra do Senhor) e não da faculdade de fazer o que se quer ou de decidir pelo que se enten­da.

Isso implica, necessariamente, em se por em prática os ditames da Palavra de Deus, que é a VERDADE e que deve ser obede­cida em todas as áreas do nosso comporta­mento, como padrão único e exclusivo da vida cristã.

O conhecimento da Verdade só se alcança quando a praticamos e não, ape­nas, quando dela temos ciência.

Veja o que disse o Senhor Jesus na oportuni­dade: “Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos” (31);

A faculdade de fazer o que se quer ou de decidir como se entenda não elimina o fato inexorável da pecaminosidade humana, que sempre representa terrível “escravatura”.

Por mais livre que o homem se julgue, no seu comportamento humano, nunca se livrará, só por isso, da condição de escravo do pecado.

A inevitável prática pecaminosa, decorrente da nossa própria natureza, anula a possibilidade da experiência da verdadeira liberdade.

A pecaminosidade controla os pensamentos, o comportamento (as ações) e os resultados da atuação humana;

A religiosidade formal (filhos de Abraão) não significa exercício de verdadeira liberdade.

A petulância e o orgulho de muitos “religiosos” confronta com a experiência correta de liberdade, na medida em que a sua ati­tude é meramente formal, egoísta, superfi­cial e hipócrita e não de autêntica “espirituali­da­de”.

A religiosidade é mera solução huma­na para a necessidade espiritual do ser huma­no.

Carece, por isso, de autenticidade espiri­tu­al, pois não significa “novo nascimen­to” ou nova vida em Cristo (II Cor 5:17).

Devemos ser “espirituais” e não “religiosos” e, só assim, estaremos usufruindo legítima liberdade;

Só uma submissão total ao Senhor, como filhos de Deus, traz-nos experiência de liberdade.

É importante que vivamos sob o constante Senhorio de Cristo, no sentido da experiência de Paulo, quando afirma: “Não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim” (Gl 2:20).

Essa atitude só será alcançada quando:

Reconhecemos que só o Senhor pode (Lc 4:18); isso implica no exercício de nossa fé;

Rendemos, integralmente, o nosso ser a Ele (Mt 11:28); isso implica em real e constante experiência com Cris­to;

Submetemos ao Senhor o controle total de nossa experiência de vida, em todas as áreas pertinentes (Jo 15:5).

Devemos cuidar, seriamente, para que, em nome de uma falsa “liberdade”, não ajamos como libertinos!

Completamos esta reflexão com o precioso ensino de Pedro: “Vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade, como desculpa para fazer o mal; vivam como servos de Deus” (I Pe 2:16).

Jayro Gonçalves

terça-feira, 6 de setembro de 2011

O Que (Mentorea) Preside com cuidado: Eis a questão, sabemos?


O líder que brilha:

Sete relacionamentos que levam à excelência!

David Kornfield

A resplandecente Estrela da Manhã nos chama para sermos, também, estrelas a brilhar no meio de uma geração depravada e corrompida (Fp 2.15).

Existem muitas estrelas, mas nem todas realmente brilham.

Da mesma forma, há bastante líderes bons; porém é bem mais raro encontrar líderes excelentes que permanecem assim através dos anos.

O líder realmente grande demonstra sua grandeza na habilidade de vivenciar o Grande Mandamento de amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a si mesmo (Mt 22.36-40).

Quer dizer, essa pessoa é fantástica em se relacionar, até consigo mesma, tendo uma harmonia interna que se reflete em suas relações externas.

A Grande Comissão de fazer discípulos (Mt 28.18-20) também se pode entender como profundamente relacional, uma vez que define o discipulado como Jesus o definiu: uma relação comprometida e pessoal.

Sete relacionamentos são fundamentais para nos transportar da condição de bons para excelentes.

Ninguém será um líder que verdadeiramente brilha se não se sobressair em cada um deles, se relacionando bem com:

1. Jesus Cristo

2. Consigo mesmo

3. Sua família

4. Um grupo pastoral

5. Sua equipe (para um pastor, isto seria sua equipe pastoral)

6. Um líder pastoral, discipulador ou mentor

7. Amigos íntimos

Visualizemos os sete itens acima através de uma estrela.

O centro dela é Jesus Cristo e nada pode tomar o Seu lugar de destaque.

Devemos estar e permanecer n’Ele para fazermos a diferença e brilharmos.

O verdadeiro filho não pode fazer nada de si mesmo (Jo 5.19).

Isso se aplica a nós e não apenas a Jesus.

Ele esclarece isso quando diz que sem ele, não podemos fazer coisa alguma, que não podemos dar fruto sem permanecer nele (Jo 15.4, 5).

A prioridade deste relacionamento fica claro no Grande Mandamento e no chamado a buscar a Ele e sua justiça em primeiro lugar, sabendo que todas as outras coisas serão acrescentadas (Mt 6.33).

Em segundo lugar, o líder estrela se relaciona bem consigo mesmo.

Gosta de si mesmo, sem ser orgulhoso.

Leva a sério a advertência de Paulo para Timóteo “Cuide de si mesmo...” (1 Tm 4.16).

Cuida de sua saúde física, emocional e espiritual.

Ele se entende.

Conhece seu chamado, dons e pontos fortes, como também suas vulnerabilidades e fraquezas.

Ele se esforça em crescer, em se afiar e não se acomodar, ao mesmo tempo que fica patente que isso é a graça de Deus agindo nele e não apenas o seu próprio esforço (1 Co 15.10).

Uma terceira prioridade, após Deus e o cuidado consigo mesmo, é ter uma família que brilha, onde o mistério do amor entre Cristo e a Igreja se revela no amor entre marido e mulher.

Refletir o Reino de Deus e desfrutar disso em casa é fundamental para a vida e ministério de qualquer líder pastoral (1 Tm 3.2, 4-5, 10; 5.8).

A família é como um farol que não pode ser escondido, sua saúde e alegria (ou a falta do mesmo) sendo evidente.

Se ela não está bem, levanta sérias perguntas quanto à integridade e validade do ministério do líder.

Quando brilhamos nisto, as pessoas são atraídas a nosso casamento e família, vendo-o como um exemplo num mundo que carece terrivelmente disso.

Em quarto lugar, o líder estrela precisa de um grupo pastoral que o ame, o aceite e nutra; que o ajude na prestação de contas e ande junto dele no dia-a-dia, encorajando-o, fortalecendo-o e, quando preciso, confrontando-o em amor.

Esse grupo cumpre as palavras de Paulo quando ele diz aos presbíteros de Éfeso “Cuidem de vocês mesmos...” (At 20.28).

Para funcionar bem é interessante que o grupo seja pequeno mesmo, um grupinho de 3-4 pessoas, onde todos realmente se conhecem, abrem seus corações e cuidam uns dos outros, até de forma preventiva para que problemas maiores nem apareçam.

Em quinto lugar, todos temos um chamado e precisamos de uma equipe para realizá-lo.

Ninguém vai longe sozinho.

Precisamos de parceiros, aliados, com o mesmo chamado e que nos provocam, estimulam e complementam; aliados que nos apoiam nos momentos em que o desânimo nos acomete e nos protegem de nossos pontos fracos.

Um grande segredo para o sucesso como líder é ter um co-líder, um sucessor, um escudeiro que o acompanha, o seu braço direito.

Através desta equipe realmente estendemos o Reino de Deus para outros.

Em sexto lugar, o líder estrela tem um mentor que se importa com ele.

Um mentor ou líder pastoral é alguém que fornece um ambiente de amor e aceitação, onde ele incentiva, exorta, desafia e provoca uma transposição do ordinário para o extraordinário.

Ele acredita profundamente em nós e tem uma graça especial para ministrar à nossa vida.

Encontros com esta pessoa são freqüentemente divinos, quando Deus revela o Seu poder, sabedoria ou presença de forma especial.

E em sétimo e último lugar, um excelente líder tem amigos íntimos, cuja relação não se baseia no ministério.

Esses amigos esclarecem e ressaltam que existe uma vida além do ministério que é preciosa e precisa ser desfrutada.

Amigos são pessoas com as quais abrimos nossos corações; que têm liberdade especial para nos corrigir ou confrontar em amor, especialmente quando somos tentados a exagerar em nossos envolvimentos ministeriais.

O ideal é termos um ou dois amigos íntimos do mesmo sexo e, se for casado, um casal com quem você e seu cônjuge tenham uma amizade especial.

Se puder ter um bom amigo do sexo oposto ( seu cônjuge ?!), como também alguém não crente, isso acrescenta à sua capacidade de ser uma pessoa equilibrada.

Esses amigos nos ajudam a lembrarmo-nos de que somos “gente” e que precisamos ter momentos de simplesmente desfrutar disso!

Quantos, desses sete relacionamentos, funcionam bem em sua vida?

Realmente vale a pena investir nestas áreas; o retorno será sempre bem maior que nosso investimento.

Se houver alguma ponta da estrela que nem existe em sua vida, corra atrás dela!

Não fique acomodado, não se contente em ser apenas bom.

Pesquisas mostram que a área onde pastores e líderes sentem mais carência é em sua relação com Deus.

Além disso, a maioria dos líderes tem fraqueza na área da família e, muitas vezes, as outras cinco pontas sequer existem!

Se estes relacionamentos não existem ou não andam bem em nossa vida, é porque não investimos seriamente neles.

A Bíblia diz que se buscarmos, encontraremos.

Se procurarmos, acharemos.

Se batermos na porta, abrir-se-nos-á (Mt 7.7).

Se não desistirmos, se realmente formos sérios em nossa procura, Deus acabará revelando-nos quem deve preencher a lacuna que existir nessa estrela.

Perguntas para reflexão:

1. Que nota (de 0 a 10) você daria a si mesmo em cada um dos relacionamentos ressaltados aqui?

2. Em qual das sete áreas você mais gostaria de melhorar?

Como?

3. Ninguém consegue brilhar no seu campo ou especialidade sem dedicação e disciplina (veja Pv 1.2, 3, 7).

O que você precisa mudar em seu estilo de vida se quiser realmente brilhar?

Fonte: http://www.mapi-sepal.org.br/defferartilider.htm

sábado, 3 de setembro de 2011

Para quem servirá a carapuça?










Poderia ter sido o Pastor, Bispo...a mensagem é que interessa e para o politicamente correto e conivência um alerta!

ESSE É O PADRE!

O Ministério Público Federal de São Paulo ajuizou ação pedindo a retirada dos símbolos religiosas das repartições públicas.

Pois bem, veja o que disse o Frade Demetrius dos Santos Silva.

“Sou Padre católico e concordo plenamente com o Ministério Público de São Paulo, por querer retirar os símbolos religiosos das repartições públicas…

Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião.

A Cruz deve ser retirada!

Aliás, nunca gostei de ver a Cruz em Tribunais, onde os pobres têm menos direitos que os ricos e onde sentenças são barganhadas, vendidas e compradas.

Não quero mais ver a Cruz nas Câmaras legislativas, onde a corrupção é a moeda mais forte.

Não quero ver, também, a Cruz em delegacias, cadeias e quartéis, onde os pequenos são constrangidos e torturados.

Não quero ver, muito menos, a Cruz em prontos-socorros e hospitais, onde pessoas pobres morrem sem atendimento.

É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não abençoa a sórdida política brasileira, causa das desgraças, das misérias e sofrimentos dos pequenos, dos pobres e dos menos favorecidos”.

Frade Demetrius dos Santos Silva * São Paulo/SP
Fonte: FOLHA de SÃO PAULO, de 09/08/2009

CORAGEM É CORAGEM...

Verdades são verdades...

Vale a pena ver este video abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=1MRTVNNSCAY&feature=related


RECOMPENSAS E LAMENTAÇÕES

RECOMPENSAS E LAMENTAÇÕES Texto: 1Corítios 3.1,23 Introdução: Um dos maiores problemas no mundo cristão é tratado na passagem que tem...