quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Vamos Adorar a Deus! É isso que importa!




Victorino Silva na AD em Apucarana (PR)

A Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Apucarana, Paraná, receberá, no dia 29 de setembro, o pastor Victorino Silva.

Durante o evento Louvores para hoje e sempre, o pastor entoará canções que emocionam e encantam gerações, ao longo de 50 anos de ministério.

No dia 29 de setembro o pastor Victorino Silva louvará a Deus, juntamente com os irmãos da Assembleia de Deus em Apucarana, no Paraná.

Durante o evento Louvores para hoje e sempre, que começará às 19h, o pastor entoará canções que encantam e emocionam gerações.

Para convidar o pastor Victorino Silva para sua igreja, basta ligar para (21) 2796-0890 ou (21) 9174-1105.

A Assembleia de Deus em Apucarana fica na Rua Clóvis da Fonseca, 433, Centro - Paraná. Baixe o cartaz do evento aqui

Um novo trabalho prestes a completar 50 anos de ministério, o pastor Victorino Silva acaba de lançar seu mais novo CD, Eternidade.

Sexto trabalho do cantor lançado pela Patmos Music, o álbum já é um marco na música evangélica brasileira.

Produzido por Ezequiel de Matos, o CD inclui doze canções, entre elas, a música Vem Com Josué lutar em Jericó com um belíssimo arranjo em jazz, além de diversas novidades.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Ver a Deus! - Eis a questão!



Jesus, no sermão do Monte, entre outras bem-aventuranças, declarou que são “bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus” (Mt. 5:8).

Deus se importa muito com um coração limpo.

Por essa razão, Jesus inclui os limpos de coração em suas bem-aventuranças.

O pastor precisa ter coração limpo se deseja servir a Deus com integridade e um testemunho pessoal aprovado.

Davi escreve “Quem subirá ao monte do Senhor? Quem há de permanecer no seu santo lugar? O que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à falsidade, nem jura dolosamente” (Salmo 24:3-4).

Por isso, o líder da igreja, deve conservar o “mistério da fé com a consciência limpa” (I Tm. 3:9).

Manter um bom testemunho por ter um coração limpo não necessariamente fará do pastor um sucesso entre os homens.

Pelo menos enquanto este pastor estiver vivo.

Depois de morto é outra história.

Não obstante, é o bom testemunho que fará desse líder um vitorioso diante do Seu Senhor, pois Deus sabe que o bom testemunho agrega as ovelhas, enobrece o reino de Deus, honra o nome do Senhor, não escandaliza os mais fracos na fé.

Portanto, cabe a cada líder pastoral avaliar diariamente como está o seu coração.

Esse exercício devocional é imprescindível para ser bem sucedido no ministério da Palavra, pois somente os limpos de coração verão a Deus e, assim, serão considerados bem-aventurados.

O Senhor sonda nosso coração, portanto é nossa imagem interna, e não externa, que precisa de maior cuidado.




Em dias de ufanismo e triunfalismo somos levados a procurar sempre o que nos destaca, ou destaca o nosso trabalho.

Um grave engano visto que o Senhor não sonda nossos relatórios mas sim nossos corações.

Dr Augustus Nicodemus, profundo expositor da Palavra, afirma que Deus não nos chama para termos sucesso sempre mas sim para sermos fiéis.

Compreender a marcante diferença entre caráter e reputação não pressupõe que faremos uma escolha legítima.

É preciso estar disposto a priorizar a verdade.

Abraham Lincoln gostava de afirmar que:

“Caráter é como uma árvore e reputação a sombra.

A sombra é o que nós pensamos sobre isto.

A árvore é a realidade” .

Muitas vezes confundimos inteligência, conhecimento e sabedoria.

Podemos aplicar as palavras “a inteligência é uma espada ... o caráter a empunhadeira”, de Bodenstedt, dizendo que é o caráter que delineará a sabedoria no agir.

Outras vezes confundimos temperamento brando com bom caráter.

Ao contrário, como disse Pierre Azaïz, “o caráter é a esperança do temperamento”.

Um temperamento brando, quieto ou mais vagaroso pode dar a impressão de domínio próprio e esconder as paixões mais carnais.

Ele nos “sonda e nos conhece” e julga-nos com exatidão, pesa a nossa alma e categoriza todos os nossos sentimentos mais profundos.

Você é quem Deus diz que você é.

Convictos desta verdade é preciso crescer.

Não priorize o crescimento da sua reputação, ministério ou carreira.

São por demais importantes, porém transitórios.

Priorize o crescimento do seu caráter e vida com o Pai.

Escolha a melhor parte.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Pastor Malafaia e os neurônios do bispo......





E você vai aceitar que pentecostais e cantores evangélicos são o que o bispo afirmou?

Quanto ao cai-cai de Benny Hynn, tenho cá minhas ressalvas!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

AVAREZA - COBIÇA - GRANA é o que interessa!


O cádi Ahmed Hassã, justo e enérgico, ao ouvir, certa vez, comenta a avareza sem-par de Morrid, abastado mercador em Muazzã, bairro de Bagdá.

Mandou chamá-lo e com o fim de obrigá-lo a praticar esmola - conforme determina o Alcorão - disse-lhe: - No bairro em que resides, meu amigo, mora, também um velho artesão que, embora trabalhe de manhã à noite, vive na maior pobreza com oito filhos menores.

Ficarás encarregado de hoje em diante, de proteger essa infeliz família. Todas as semanas deverás levar um auxílio, uma esmola qualquer ao artesão.

- Assim farei, senhor! - respondeu Morrid

- Não pouparei sacrifícios para melhorar a situação do meu infeliz protegido...

Passado três dias, soube o cádi - que o avarento havia levado ao artesão um pedaço de carneiro.

A carne estava, porém, em tal estado de podridão que deixava desprender um mau cheiro horrível.

- Miserável! - reclamou o cádi, revoltado com o proceder do avarento.

- Comprou, por preço vil, um pedaço de carne deteriorada que nem mesmo um chacal seria capaz de comer!

Vou castigar esse homem!

E o enérgico Ahmed mandou que o trouxessem à sua presença e disse-lhe:

- Acabo de ser informado da tua indignidade, ó mulçumano sem coração!

Para cumprires com a ordem que te dei, deste ao pobre artesão um pedaço de carne estragada, intragável!

E para que aprendas a ser generoso, vais sofrer um castigo que tu mesmo irás escolher: ou pagas uma multa de cem moedas de ouro, ou apanhas cem chibatadas, ou, então, comes toda a carne repelente com que insultastes a pobreza do artesão !

Vamos! escolhe um desses três castigos!

O velho avarento, ao ouvir a terrível ameaça do cádi, pensou:

- Pagar a multa?

Não pago!

Apanhar cem chibatadas é doloroso!

O melhor que tenho a fazer, afinal, é comer a carne.

E depois de assim meditar, dirigiu-se ao governo da cidade e disse:

- Senhor!

Já escolhi.

Estou pronto a comer a carne!

Mandou o governador que trouxessem um prato com o pedaço da vianda repulsiva com que tinha presenteado o artesão.

O avarento encheu-se de ânimo e começou a comer.

A carne estava tão estragada que seu estômago começou a ter ânsias e começou a vomitar.

- Piedade, o cádi!

Eu não posso comer esta carne!

- Está bem! - respondeu o cádi, escolhe então: a multa ou a cem chibatadas?

As chibatadas, senhor!

Por ordem do cádi surgiu-lhe pela frente um escravo negro, armado de açoite.

O avarento foi amarrado e começou a receber as chibatadas.

No oitavo golpe o mercador sentiu que morreria se continuasse a apanhar.

- Piedade! Piedade!

- exclamou desesperado.

- Eu pago a multa!

Ordenou o cádi que o soltassem e ele, ali mesmo, efetuou o pagamento da multa, tirando o dinheiro de uma bolsa.

Disse então, o governador: - Esse dinheiro vai ser distribuído em esmola pelos habitantes pobres do bairro.

E dirigindo-se ao avarento:

- E tu, meu avarento, foste por causa da tua extrema avareza três vezes castigado.

Primeiro, comeste a carne podre, depois apanhaste e finalmente, pagaste a multa.

E isto acontece sempre aos homens impiedosos.


**************Moral da história*******************

O pouco com Deus é muito!

Pense nisso e tenha um bom dia

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

ESTE POVO ME HONRA COM OS SEUS LABIOS, mas o coração....



Este povo me honra com os seus lábios... (OS 5.13 - 7.16)

Por mais conhecido e citado que seja o versículo 3 de Oseias 6, devíamos entender pelo contexto imediato que Israel (chamado ali de Efraim) e Judá não estavam falando sério quando disseram: "Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor".

Deus os conhecia e sabia que naquilo não havia nada de sinceridade.
Quando se viram enfermos buscaram recursos humanos (5.13).

Suas chagas incuráveis eram consequências de sua corrida atrás do "nada" (normalmente a palavra vaidade, que significa qualidade do que é vão, tem a mesma raiz para a palavra "ídolos" no hebraico, mas aqui Deus usa outra palavra que tem a mesma raiz da palavra "sujeira").

As coisas que a nação de Deus havia feito eram pecados de idolatria, injustiça social e homicídios, entre outros (6.8,9).

Deus chega a dizer que via "uma coisa horrenda" na casa de Israel (6.10).
No original, dá a ideia de "arrepiar os cabelos"!

Deus havia dito que o proceder de Israel não lhe permitia voltar para Ele (5.4).
Então Deus mesmo Lhes seria como traça e podridão (5.12) e como o leão e o leãozinho (5.14), para que eles compreendessem de onde provinha sua destruição.

Deus previu que Israel e Judá fariam uma bela oração (5.15), oração esta que se fosse sincera seria uma das mais belas expressões de confiança na restauração de Deus. (6.1-3).

Entretanto, a decepção de Deus estava justamente no desvanecimento da oração do Seu povo (v. 4).

Seu amor para com Deus era como a nuvem da manhã e como o orvalho da madrugada, que logo passavam...

Deus não os deixa às cegas.

Diz a eles o que Ele quer: "Misericórdia quero, e não sacrifício; e o conhecimento de Deus mais do que holocaustos" (6.6).

E quando Deus, na Sua misericórdia Se dispunha a mudar a sorte do Seu povo, então se descobria mais e mais iniquidade e maldade (7.1)!

Vivemos em dias de muita euforia em torno dos grupos de louvor das igrejas, badalações acerca da adoração (sempre confundindo com música), congressos e mais congressos sobre ministração de louvor, sobre adoradores (hoje os adoradores são apenas os que tocam ou cantam) e, infelizmente, juntamente com isso vemos as feridas, as chagas da igreja, uma igreja despedaçada, corroída e apodrecida!

É de se questionar o "avivamento" que o louvor tem produzido no nosso país.
Nas nossas cidades aumentam o número de templos com denominações diferentes se espalhando, afirmando salvação de almas, igrejas que proclamam seu crescimento em 400%, e outras cifras mais, pastores que se tornam apóstolos e outros títulos mais, igrejinhas que se tornam megaigrejas, enquanto que ao mesmo tempo cresce a violência em nossas cidades, aumenta-se o número de bares e casas de prostituição, famílias continuam sendo destruídas, inclusive dentro das próprias igrejas, onde se ouve falar de traições, adultérios, divórcios, tudo em larga escala, na mesma proporção em que ocorre lá fora, escândalos financeiros dentro das igrejas, a partir de um discurso excelente, em oratória enganadora, que leva os fiéis a arrancarem tudo o que têm no bolso e darem (até o que não têm) como um ato de fé para que lhes sobrevenha a famigerada prosperidade, o que, via de regra não acontece, pessoas se decepcionando com o Evangelho por causa dos testemunhos dos próprios evangélicos e exemplos mil que eu não tenho espaço para multiplicar, mas que todos nós conhecemos!

Uma coisa quer o Senhor, e duas Ele nos recomenda: que pratiquemos a misericórdia e que busquemos, de fato, conhecer a Deus (6.6).

Não estamos clamando a Deus de coração, estamos dando uivos em nossas reuniões de louvor para o trigo e para o vinho (7.14)!

Estamos confundindo a adoração a Deus com o culto a Mamom!

Rituais religiosos não convencem o nosso Deus! Ele sabe quando misturamos o que era pra ser puro.

Coloquemos em nossos lábios e principalmente em nossos corações um louvor verdadeiro, que convide ao arrependimento, à conversão: "Vinde, e tornemos para o Senhor" (6.1).

Dia tes písteos.
Pr. Cleilson

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Inversão de Valores: Libertinagem x Liberdade!

Inversão dos valores bíblicos: Libertinagem x Liberdade?

Sei que o tema é considerado polê­mi­co, mas é oportuno.

“Se pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente SEREIS LIVRES “ — Jo 8:36
“Liberdade” é um dos anseios mais acen­tuados do ser hu­ma­no.

Desde os pri­mór­dios de sua existência isso tem sido evi­denciado.

Já na infância o ser humano conduz a sua atitude para agir com liberdade.

Ninguém quer ser contro­la­do, tutelado, monitorado.

Ninguém quer ter dono e sub­me­ter a outros o seu modo de agir.

Esse sentido de “independência” é da natureza humana e se revela nas diversas áreas de atuação do homem, seja como indivíduo, como no contexto nacional, social, familiar, político, e até religioso.

As aspirações de liberdade são notórias e constantes e têm sido a razão dos grandes e sangrentos conflitos humanos, escrevendo as páginas mais negras da história.

Mas é bom ressaltar que, nem sempre, a busca sacrificial da “liberdade” significa um “bom combate”.

Muitas vezes vai na direção maldosa e danosa ao ser humano.

E até mes­mo o tradicional princípio filosófico que afir­ma que “a liberdade de um sempre deve se limitar à liberdade do outro” não tem sido res­­peitado, e o que se vê é um atropelando o ou­tro, sem escrúpulos, na busca do exercício da sua própria liber­dade e do seu próprio es­paço.

Lamentavel­men­te essa é, tam­bém, a me­lancólica cons­tatação no ambi­en­te cha­mado cris­tão.

Mas o que é “li­ber­­­dade”?

Na ver­da­de, muitos, em nome da “liberdade”, prati­cam “libertina­gem”.

O conceito hu­ma­­no de “li­berda­de” é a facul­da­de de uma pes­soa fazer ou dei­xar de fazer, por seu livre arbítrio, qualquer coi­sa; faculdade de cada um decidir pelo que entende ou pelo que lhe convém (Dicionário Aulete).

Es­se conceito humano leva o homem ao exer­cício da “libertinagem” que é devas­si­dão, impudícia, licenciosidade, desre­gra­mento de costumes.

Do ponto de vista de Deus as coisas não são assim.

Jesus Cristo abordou o assun­to, conceituando a “liberdade” de modo a tornar o seu exercício uma benção e não um proces­so de degradação.

Em Jo 8:32-36 onde expôs o assunto, contestando o conceito religioso de “liberdade” dos judeus, temos alguns aspectos que devem ser levados em conta:
A liberdade é experiência que resulta do conhecimento da VERDADE (a Palavra do Senhor) e não da faculdade de fazer o que se quer ou de decidir pelo que se enten­da.

Isso implica, necessariamente, em se por em prática os ditames da Palavra de Deus, que é a VERDADE e que deve ser obede­cida em todas as áreas do nosso comporta­mento, como padrão único e exclusivo da vida cristã.

O conhecimento da Verdade só se alcança quando a praticamos e não, ape­nas, quando dela temos ciência.

Veja o que disse o Senhor Jesus na oportuni­dade: “Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos” (31);

A faculdade de fazer o que se quer ou de decidir como se entenda não elimina o fato inexorável da pecaminosidade humana, que sempre representa terrível “escravatura”.

Por mais livre que o homem se julgue, no seu comportamento humano, nunca se livrará, só por isso, da condição de escravo do pecado.

A inevitável prática pecaminosa, decorrente da nossa própria natureza, anula a possibilidade da experiência da verdadeira liberdade.

A pecaminosidade controla os pensamentos, o comportamento (as ações) e os resultados da atuação humana;

A religiosidade formal (filhos de Abraão) não significa exercício de verdadeira liberdade.

A petulância e o orgulho de muitos “religiosos” confronta com a experiência correta de liberdade, na medida em que a sua ati­tude é meramente formal, egoísta, superfi­cial e hipócrita e não de autêntica “espirituali­da­de”.

A religiosidade é mera solução huma­na para a necessidade espiritual do ser huma­no.

Carece, por isso, de autenticidade espiri­tu­al, pois não significa “novo nascimen­to” ou nova vida em Cristo (II Cor 5:17).

Devemos ser “espirituais” e não “religiosos” e, só assim, estaremos usufruindo legítima liberdade;

Só uma submissão total ao Senhor, como filhos de Deus, traz-nos experiência de liberdade.

É importante que vivamos sob o constante Senhorio de Cristo, no sentido da experiência de Paulo, quando afirma: “Não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim” (Gl 2:20).

Essa atitude só será alcançada quando:

Reconhecemos que só o Senhor pode (Lc 4:18); isso implica no exercício de nossa fé;

Rendemos, integralmente, o nosso ser a Ele (Mt 11:28); isso implica em real e constante experiência com Cris­to;

Submetemos ao Senhor o controle total de nossa experiência de vida, em todas as áreas pertinentes (Jo 15:5).

Devemos cuidar, seriamente, para que, em nome de uma falsa “liberdade”, não ajamos como libertinos!

Completamos esta reflexão com o precioso ensino de Pedro: “Vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade, como desculpa para fazer o mal; vivam como servos de Deus” (I Pe 2:16).

Jayro Gonçalves

terça-feira, 6 de setembro de 2011

O Que (Mentorea) Preside com cuidado: Eis a questão, sabemos?


O líder que brilha:

Sete relacionamentos que levam à excelência!

David Kornfield

A resplandecente Estrela da Manhã nos chama para sermos, também, estrelas a brilhar no meio de uma geração depravada e corrompida (Fp 2.15).

Existem muitas estrelas, mas nem todas realmente brilham.

Da mesma forma, há bastante líderes bons; porém é bem mais raro encontrar líderes excelentes que permanecem assim através dos anos.

O líder realmente grande demonstra sua grandeza na habilidade de vivenciar o Grande Mandamento de amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a si mesmo (Mt 22.36-40).

Quer dizer, essa pessoa é fantástica em se relacionar, até consigo mesma, tendo uma harmonia interna que se reflete em suas relações externas.

A Grande Comissão de fazer discípulos (Mt 28.18-20) também se pode entender como profundamente relacional, uma vez que define o discipulado como Jesus o definiu: uma relação comprometida e pessoal.

Sete relacionamentos são fundamentais para nos transportar da condição de bons para excelentes.

Ninguém será um líder que verdadeiramente brilha se não se sobressair em cada um deles, se relacionando bem com:

1. Jesus Cristo

2. Consigo mesmo

3. Sua família

4. Um grupo pastoral

5. Sua equipe (para um pastor, isto seria sua equipe pastoral)

6. Um líder pastoral, discipulador ou mentor

7. Amigos íntimos

Visualizemos os sete itens acima através de uma estrela.

O centro dela é Jesus Cristo e nada pode tomar o Seu lugar de destaque.

Devemos estar e permanecer n’Ele para fazermos a diferença e brilharmos.

O verdadeiro filho não pode fazer nada de si mesmo (Jo 5.19).

Isso se aplica a nós e não apenas a Jesus.

Ele esclarece isso quando diz que sem ele, não podemos fazer coisa alguma, que não podemos dar fruto sem permanecer nele (Jo 15.4, 5).

A prioridade deste relacionamento fica claro no Grande Mandamento e no chamado a buscar a Ele e sua justiça em primeiro lugar, sabendo que todas as outras coisas serão acrescentadas (Mt 6.33).

Em segundo lugar, o líder estrela se relaciona bem consigo mesmo.

Gosta de si mesmo, sem ser orgulhoso.

Leva a sério a advertência de Paulo para Timóteo “Cuide de si mesmo...” (1 Tm 4.16).

Cuida de sua saúde física, emocional e espiritual.

Ele se entende.

Conhece seu chamado, dons e pontos fortes, como também suas vulnerabilidades e fraquezas.

Ele se esforça em crescer, em se afiar e não se acomodar, ao mesmo tempo que fica patente que isso é a graça de Deus agindo nele e não apenas o seu próprio esforço (1 Co 15.10).

Uma terceira prioridade, após Deus e o cuidado consigo mesmo, é ter uma família que brilha, onde o mistério do amor entre Cristo e a Igreja se revela no amor entre marido e mulher.

Refletir o Reino de Deus e desfrutar disso em casa é fundamental para a vida e ministério de qualquer líder pastoral (1 Tm 3.2, 4-5, 10; 5.8).

A família é como um farol que não pode ser escondido, sua saúde e alegria (ou a falta do mesmo) sendo evidente.

Se ela não está bem, levanta sérias perguntas quanto à integridade e validade do ministério do líder.

Quando brilhamos nisto, as pessoas são atraídas a nosso casamento e família, vendo-o como um exemplo num mundo que carece terrivelmente disso.

Em quarto lugar, o líder estrela precisa de um grupo pastoral que o ame, o aceite e nutra; que o ajude na prestação de contas e ande junto dele no dia-a-dia, encorajando-o, fortalecendo-o e, quando preciso, confrontando-o em amor.

Esse grupo cumpre as palavras de Paulo quando ele diz aos presbíteros de Éfeso “Cuidem de vocês mesmos...” (At 20.28).

Para funcionar bem é interessante que o grupo seja pequeno mesmo, um grupinho de 3-4 pessoas, onde todos realmente se conhecem, abrem seus corações e cuidam uns dos outros, até de forma preventiva para que problemas maiores nem apareçam.

Em quinto lugar, todos temos um chamado e precisamos de uma equipe para realizá-lo.

Ninguém vai longe sozinho.

Precisamos de parceiros, aliados, com o mesmo chamado e que nos provocam, estimulam e complementam; aliados que nos apoiam nos momentos em que o desânimo nos acomete e nos protegem de nossos pontos fracos.

Um grande segredo para o sucesso como líder é ter um co-líder, um sucessor, um escudeiro que o acompanha, o seu braço direito.

Através desta equipe realmente estendemos o Reino de Deus para outros.

Em sexto lugar, o líder estrela tem um mentor que se importa com ele.

Um mentor ou líder pastoral é alguém que fornece um ambiente de amor e aceitação, onde ele incentiva, exorta, desafia e provoca uma transposição do ordinário para o extraordinário.

Ele acredita profundamente em nós e tem uma graça especial para ministrar à nossa vida.

Encontros com esta pessoa são freqüentemente divinos, quando Deus revela o Seu poder, sabedoria ou presença de forma especial.

E em sétimo e último lugar, um excelente líder tem amigos íntimos, cuja relação não se baseia no ministério.

Esses amigos esclarecem e ressaltam que existe uma vida além do ministério que é preciosa e precisa ser desfrutada.

Amigos são pessoas com as quais abrimos nossos corações; que têm liberdade especial para nos corrigir ou confrontar em amor, especialmente quando somos tentados a exagerar em nossos envolvimentos ministeriais.

O ideal é termos um ou dois amigos íntimos do mesmo sexo e, se for casado, um casal com quem você e seu cônjuge tenham uma amizade especial.

Se puder ter um bom amigo do sexo oposto ( seu cônjuge ?!), como também alguém não crente, isso acrescenta à sua capacidade de ser uma pessoa equilibrada.

Esses amigos nos ajudam a lembrarmo-nos de que somos “gente” e que precisamos ter momentos de simplesmente desfrutar disso!

Quantos, desses sete relacionamentos, funcionam bem em sua vida?

Realmente vale a pena investir nestas áreas; o retorno será sempre bem maior que nosso investimento.

Se houver alguma ponta da estrela que nem existe em sua vida, corra atrás dela!

Não fique acomodado, não se contente em ser apenas bom.

Pesquisas mostram que a área onde pastores e líderes sentem mais carência é em sua relação com Deus.

Além disso, a maioria dos líderes tem fraqueza na área da família e, muitas vezes, as outras cinco pontas sequer existem!

Se estes relacionamentos não existem ou não andam bem em nossa vida, é porque não investimos seriamente neles.

A Bíblia diz que se buscarmos, encontraremos.

Se procurarmos, acharemos.

Se batermos na porta, abrir-se-nos-á (Mt 7.7).

Se não desistirmos, se realmente formos sérios em nossa procura, Deus acabará revelando-nos quem deve preencher a lacuna que existir nessa estrela.

Perguntas para reflexão:

1. Que nota (de 0 a 10) você daria a si mesmo em cada um dos relacionamentos ressaltados aqui?

2. Em qual das sete áreas você mais gostaria de melhorar?

Como?

3. Ninguém consegue brilhar no seu campo ou especialidade sem dedicação e disciplina (veja Pv 1.2, 3, 7).

O que você precisa mudar em seu estilo de vida se quiser realmente brilhar?

Fonte: http://www.mapi-sepal.org.br/defferartilider.htm

sábado, 3 de setembro de 2011

Para quem servirá a carapuça?










Poderia ter sido o Pastor, Bispo...a mensagem é que interessa e para o politicamente correto e conivência um alerta!

ESSE É O PADRE!

O Ministério Público Federal de São Paulo ajuizou ação pedindo a retirada dos símbolos religiosas das repartições públicas.

Pois bem, veja o que disse o Frade Demetrius dos Santos Silva.

“Sou Padre católico e concordo plenamente com o Ministério Público de São Paulo, por querer retirar os símbolos religiosos das repartições públicas…

Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião.

A Cruz deve ser retirada!

Aliás, nunca gostei de ver a Cruz em Tribunais, onde os pobres têm menos direitos que os ricos e onde sentenças são barganhadas, vendidas e compradas.

Não quero mais ver a Cruz nas Câmaras legislativas, onde a corrupção é a moeda mais forte.

Não quero ver, também, a Cruz em delegacias, cadeias e quartéis, onde os pequenos são constrangidos e torturados.

Não quero ver, muito menos, a Cruz em prontos-socorros e hospitais, onde pessoas pobres morrem sem atendimento.

É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não abençoa a sórdida política brasileira, causa das desgraças, das misérias e sofrimentos dos pequenos, dos pobres e dos menos favorecidos”.

Frade Demetrius dos Santos Silva * São Paulo/SP
Fonte: FOLHA de SÃO PAULO, de 09/08/2009

CORAGEM É CORAGEM...

Verdades são verdades...

Vale a pena ver este video abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=1MRTVNNSCAY&feature=related


AS MARCAS DO DISCIPULADO

AS MARCAS DO DISCIPULADO        Textos: Mateus 16.24 INTRODUÇÃO:  Paulo trazia no corpo as marcas de Cristo Jesus (Gl. 6.17).    ...