sábado, 11 de novembro de 2017

AS MARCAS DO DISCIPULADO

AS MARCAS DO DISCIPULADO
      Textos: Mateus 16.24
INTRODUÇÃO: Paulo trazia no corpo as marcas de Cristo Jesus (Gl. 6.17). 
                              Alusão talvez à marca do escravo.
I. JESUS DÁ QUATRO MARCAS DO DISCIPULADO
a. Lealdade à verdade e conhecimento progressivo (Jo. 8.31-32). 
Isto proporciona liberdade moral e espiritual.
b. Amor aos irmãos (I Jo. 4.8; Jo. 15.8). Amor gera amor.
c. Santidade sadia e frutuosa (Jo 15.8). 
Fruto é a lei. A vida cristã essencialmente frutífera.
d. Renúncia, tomar a cruz e seguir. 
É a mais característica.
II. TRÊS PALAVRAS USADAS NA BÍBLIA QUE REVELAM AS EXPERIÊNCIAS MAIS PROFUNDAS DA VIDA CRISTÃ
a. “Carga” – Todo cuidado inevitável, peso que a vida impõe. 
Todos a devem levar.
b. “Espinho” – Experiência de alguma angustia devoradora. 
Basta lembra-la, para mortificar-se. Algo secreto, cuja simples menção fere.
c. “Cruz” -  Confundimos, às vezes, os três. 
A carga e o espinho são universais. 
A cruz, não (Ef. 6.5). 
Pode ser tomada, ou ser deixada. 
Aqui está a tragédia de muitas vidas. 
A recusa de levar a cruz. 
Encargo de família não é cruz, é carga.
III. ESTAS VERDADES FORAM EXEMPLIFICADAS NA VIDA DE CRISTO
         a. Teve a sua “carga” – foi carpinteiro.
         b. Teve o seu “espinho” – o horror ao pecado e a ausência do Pai.
         c. Teve a sua “cruz” – era vida ou morte para o mundo. 
             Do batismo ao horto, lá estava a cruz.
IV. NOSSA CRUZ É ALGO QUE DEVEMOS LEVAR, OU RECUSAR.
a. Começa com ato definido. 
Renúncia.
b. É ato contínuo na vida. Estão iludidos os ascetas.
         - A vida não para.
         - Nós mesmos sofremos mudanças constantemente.
         - Só a levaremos, seguindo a Jesus.
“Não te desamparem a benignidade e a fidelidade; ata-as ao teu pescoço; escreve-as na tábua do teu coração”. Pv. 3.3

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

CALAI-VOS

38. CALAI-VOS
      Textos: Isaías 41.1
I. ESTAMOS EM SILÊNCIO
a. Com profunda reverência
b. Com silêncio de consideração
c. Com silêncio de atenção
d. Com submissão
II. RENOVEMOS NOSSA FORÇA NESTE SILÊNCIO
a. Deixando tempo e espaço para que entre a Palavra fortalecedora na alma se sinta a vigor do Espírito Santo.
b. Usando este silêncio para considerar com quem que estamos tratando.
c. Usando-o para meditar e recordar as promessas.
d. Rendendo a Deus toda nossa sabedoria e força e jogando nas mesmas o poder de Deus.
III. CHEGAMOS PERTO EM SILÊNCIO
         a. Recordar-nos quando realmente estamos perto.
         b. Recordar que estamos buscando a um pai.
c. O desejo é dado pelo Espírito Santo.
d. O senhor deseja que oramos pelo seu Reino.
IV. FALEMOS DESTE NOSSO SILÊNCIO
a. Em gratidão de adoração
b. Com humildade
c. Em buscar
d. Em confiança
CONCLUSÃO:
Calai-vos perante mim, ó ilhas, e os povos renovem as suas forças, cheguem-se e então falem; cheguemos e pleiteemos juntos. Is. 41.1

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

A CEIA DO SENHOR E O AVIVAMENTO

A CEIA DO SENHOR E O AVIVAMENTO
      Textos: I Co. 11.23-26
INTRODUÇÃO: É apropriado dizer que a Santa Ceia:
a. Deve produzir avivamento.
b. Nos chama ao nosso primeiro amor.
c. Um tempo de nova dedicação
A SANTA CEIA NÃO É:
         a. um meio de salvação.
         b. desta igreja apenas.
I. A CEIA DO SENHOR É UM TEMPO DE OLHAR ATRÁS (V. 23-25)
         a. Olhar atrás, a cruz.
         b. A Cruz é a nossa mensagem. (I Co. 1.18)
         * Outras mensagens são temporais.
         * A mensagem da cruz permanece.
         * Lembra-te de tua experiência.
         * Que significa para você a morte de Cristo?
II. A CEIA DO SENHOR É UM TEMPO PARA OLHAR INTERNAMENTE
         a. O caso de Corinto
         * Apressados ao participar da ceia.
         * Doentes, dormindo e fracos.
         b. Tempo de examinar o coração.
         c. Como evitar o castigo. (v.31)
         d. Tempo de derribar barreiras.
III. A CEIA DO SENHOR É TEMPO DE OLHAR PARA FORA
         a. A ceia é evangelizadora.
         b. O chamado dos pecadores a ver o evangelho nos símbolos da morte de Cristo.
         c. Depois da Cruz veio a grande comissão. (At. 1.8)
         d. A ceia deve nos enviar a alcançar os perdidos.
IV. A CEIA DO SENHOR É TEMPO DE OLHAR ACIMA
         a. Até que ele venha!
         b. Jesus vem!
         c. A grande reunião do céu.
CONCLUSÃO: Tempo para expressão, comunhão na família de Deus e como esta comunhão mudará a sua vida.
Reflexão:
Como passa a tempestade, assim desaparece o perverso, mas o justo tem fundamento perpétuo. Pv. 10.25

domingo, 1 de outubro de 2017

VITÓRIA DE DAVI SOBRE A TRISTEZA

VITÓRIA DE DAVI SOBRE A TRISTEZA

Texto: Salmos 34.19

INTRODUÇÃO: Um homem que enfrentou muitas crises.

I. UM JOVEM DE FÉ
a. Preparo espiritual. (I Sm. 16.13)
b. Andando com Deus. (I Sm. 16.18)
c. Fé no tempo de perigo. (I Sm. 17.45-47)
II. SOFRE NAS MÃOS DE SAUL
a. O ciúme de um rei (I Sm. 18.29) inimigo.
b. Rodeado de perigos. (I Sm. 20.3)
c. Deus dá força. (Sl. 18.3-6)
III. SOFRE AS CONSEQUÊNCIAS DE SEU PECADO
a. O pecado é revelado. (II Sm. 12.9-10)
b. Tristeza após o arrependimento. (II Sm. 12.15-18)
c. Desonrado pelos filhos. (II Sm. 13.28-29)
d. Sua humilhação. (II Sm. 15.30)
e. Perda de Absalão. (II Sm. 18.33)
IV. ACIMA DA TRAGÉDIA
         a. Deus é um escudo. (Sl. 3.1-5)
           b. Deus é meu refúgio. (Sl. 27.5; 57.1; 91.2)

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

CALÚNIA?

Existem pecados que atingem, ferem e fazem mal não só ao que o comete, mas também a outros próximos. 

Um destes pecados é o escândalo, que Jesus advertiu dizendo: “Ai do que fizer tropeçar um destes pequeninos,”(Mt 18:6). 

Outro é a fofoca, que é pior do que o escândalo pelo fato de não ser um pecado apenas, mas um conjunto de vários pecados, como falso testemunho, maledicência, difamação, injúria, mentira, calúnia, malícia e intriga. 

Uma única fofoca pode ter todos estes ingredientes nocivos, atingindo quem ouve, fala e quem espalha a fofoca. 

Veja o que um único e pequeno boato pode conter:
Mentira: afirmação contrária à verdade, engano propositado.

Falso testemunho: fazer afirmação falsa, negar ou calar a verdade.

Maledicência: ato de falar mal das pessoas, murmuração.

Difamação: Ofensa à reputação, à moral, provocando o descrédito.

Injúria: atribuir a alguém uma qualidade negativa, que ofenda sua honra.

Calúnia: acusação falsa, atribuir falsamente a autoria de um crime.

Malícia: inclinação ou vocação para ver ou praticar o mal; suspeitar o mal.

Intriga: maquinação para obter qualquer vantagem ou prejudicar alguém.

A fofoca pode ser entendida como uma história geralmente danosa e prejudicial por ser inverídica. 

E é um mal antigo. 

Muitos reis, autoridades e até religiosos se utilizaram dela para causar estragos na vida de seus inimigos, espalhando boatos de que alguém estava conspirando contra o governo, alguém ou algum grupo pusera fogo na cidade, alguém disse que destruiria o templo, etc. 

No meio empresarial os boatos também causaram e causam prejuízo a alguns e lucro pra outros, valorização de algumas empresas e queda ou alta das ações da bolsa de valores, entre outros.

O ser humano parece ser inclinado à fofoca. 

A indústria da fofoca é uma das mais rentáveis em nossos dias, enchendo as bancas de jornais com revistas especializadas em falar ou cogitar da vida alheia, além de inúmeros sites na internet especulando sobre a intimidade de pessoas famosas. 

O sucesso e a alta audiência dos programas tipo “Big Brother”, mostram o desejo, a compulsão, o fascínio pela bisbilhotice, a inclinação por observar a intimidade de outros indivíduos.

Mas o que a bíblia diz sobre o tema? 

Lembre-se que entre os dez mandamentos está o ”não dirás falso testemunho contra o teu próximo.”(Ex 20:16), indicando que este pecado está no mesmo nível do roubar, adulterar, cobiçar, etc

Tenhamos cuidado pois!

domingo, 24 de setembro de 2017

A LOUCURA DE UM REI E SEU CUSTO

A LOUCURA DE UM REI E SEU CUSTO





   Textos: Daniel 5.27
INTRODUÇÃO: Livro dramático. 
Descrever a cena. Belsazar, caráter histórico, filho de Nabonido, último monarca da Babilônia. 
Belsazar era guerreiro. 
Daí a promessa do terceiro lugar a quem decifrasse a inscrição, visto que o segundo era ele.
I. BELSAZAR PESADO NA BALANÇA DIVINA
         a. Noutras balanças, quantos não o invejam!
         b. No seu próprio conceito, que diferença!
         c. Na opinião pública, era jovem feliz e próspero.
         d. Na filosofia terrena, um vitorioso.
         e. Na balança de Deus, que desastre! 
             Pouco peso.
II. NÓS TAMBÉM SOMOS PESADOS NA BALANÇA DE DEUS
         a. Qual o nosso peso ali? 
             Não importa o que os outros pensam e julgam.
         b. Algo na visão que faz coalhar o sangue nas veias. 
            Aparece a mão. 
            De quem é e onde está o corpo? 
            Não admira que o banquete da dissolução se transformasse em agonia.
        c. Tom de Daniel é severo. 
             Nada de prefácio laudatório para suavizar a mensagem. 
             Direto à consciência adormecida.
         d. Babilônio era tipo de poder temporal, ímpio, e Belsazar, a encarnação do espírito da Babilônia.
         e. Estaremos na situação de Belsazar?
III. POR QUE BELSAZAR FOI ACHADO EM FALTA?
         a. Não humilhou seu coração. (v. 22)
         b. “Embora soubesse tudo isso” Tinha exemplos.
         c. “Elevou-se contra Deus” (v. 23a)
         d. “Não glorificou a Deus” (v. 23b)
IV. AS CONSEQUÊNCIAS DE SUA LOUCURA
         a. Perdeu o reino (v. 26). Nós temos um reino (Tg. 2.5)
         b. Perdeu a vida (v.30). Nós temos vida (Rm. 6.23)
V. NÃO VOS SENTIS PERTUBADOS?
         Descuidados, negligentes, brincando com as coisas santas, aliando-vos à impureza, desprezando os avisos e exemplos. O aviso será contra vós. Sereis pesados e achados em falta também.

AS MARCAS DO DISCIPULADO

AS MARCAS DO DISCIPULADO        Textos: Mateus 16.24 INTRODUÇÃO:  Paulo trazia no corpo as marcas de Cristo Jesus (Gl. 6.17).    ...